quarta-feira, 22 de junho de 2016

Mapa de Alfabetização Informacional na Iberoamérica e no Mundo



Com o mapa, é possível localizar os sítios Web de mais de 600 programas e projetos de formação de bibliotecas ou programas acadêmicos, especialmente a nível universitário, localizados em países iberoamericanos  e de todo o mundo (mais de 60 países), que estão desenvolvendo experiências de Alfabetização Informacional -ALFIN- oo que apoiam a inclusão da  ALFIN em diferentes currículos.

Os casos foram localizados, por meio de revisão de literatura e conteúdos, em distintas bases de dados, repositórios e sítios web especializados: Web of Science, Scopus, Ebsco, E-lis, RedAlyc, Scielo, Wiki ALFIN/Iberoamérica, AlfaRed, Information Literacy Weblog.

Para mais informações e navegar pelo mapa, acesse a página: http://bit.ly/9hu80u

Para contato com os organizadores, envie e-mail para: alfiniberoamerica@gmail.com

Fonte: Bibamigos. (Alejandro Uribe Tirado)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O sonho de uma criança: uma biblioteca para todos!

Instalada no fundo na casa de Kaciane Caroline Marque, localizada no bairro Lealdade, na Zona Norte de São José do Rio Preto, a biblioteca de um cômodo foi construída em janeiro do ano passado, depois que o colégio London doou o material de construção e contratou pedreiro ajudante para tornar o sonho dela em realidade. O local ganhou decoração do programa Hora do Faro, da Record. Mesa e cadeira usadas no atendimento aos leitores, um ventilador, além de um espaço na área externa com mesinhas e cadeiras infantis trouxeram aconchego ao espaço.

Kaciane já leu mais de 500 livros e foi capaz de realizar seu sonho de disponibilizar uma biblioteca para incentivar o hábito de leitura para todos (principalmente crianças) e agora com mais de 4 mil exemplares de todos os estilos, a Kaciane Caroline, de apenas 10 anos, quer ampliar esse sonho e transformar esse gigantesco acervo em uma biblioteca funcional.

Para concretizar esse sonho, A Espaço Conhecimento criará uma biblioteca com capacidade de empréstimos, catalogação e organização de livros, mas para isso é preciso equipamentos, materiais e muita ajuda especializada. A Espaço Conhecimento vai guiar a jovem com serviços e conhecimento durante essa jornada. Mas para questões financeiras, há uma campanha para que todos possam contribuir com essa biblioteca.

Participar é muito, muito fácil. São dois passos:
Escolha o valor da sua contribuição e sua recompensa.
Escolha a forma de pagamento, boleto ou cartão de crédito (parcele em até 6x com parcela mínima de R$ 25).

Kickante é um site seguro e é um dos maiores sites de crowdfunding do mundo arrecadando fundos para causas nobres no Brasil afora e tirando muito projeto sensacional do papel.
Todo o valor arrecadado com essa campanha já tem destino!
Participe!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lançamento do livro “Megatendências mundiais 2030 – O que entidades e personalidades internacionais pensam sobre o futuro do mundo?”

Será lançado no dia 14 de outubro em Brasília o livro  “Megatendências mundiais 2030 – O que entidades e personalidades internacionais pensam sobre o futuro do mundo?” editado pelo IPEA e escrito por profissionais que atuam e pesquisam na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Conforme descrição feita no blog Informação Estratégica por Elaine Marcial, uma das autoras, o livro apresenta um conjunto de sementes de futuro que devem moldar o contexto mundial até 2030, nas áreas de população e sociedade, geopolítica, ciência e tecnologia, economia e meio ambiente, segundo a perspectiva de entidades e personalidades de prestígio internacional.

Tem por objetivo apresentar à sociedade brasileira e, em particular, aos formuladores e executores de políticas públicas, insumos que possibilitem a reflexão sobre o futuro do Brasil e contribuir com seu processo de formulação estratégica de curto, médio e longo prazos.

Acessando e lendo um dos artigos dos autores, "Megatendências mundiais 2030: contribuições para o exercício da prospectiva no Brasil", é possível ter uma base de como o livro de desenvolve. É interessante os apontamentos dos autores que, apesar de se pautarem nos documentos norteadores, sugerem cautela e ponderam, face às intencionalidades e propósitos empregados na publicações dessas previsões pelos diversos organismos e grupos.

Por outro lado, ainda conforme as considerações dos pesquisadores, reconhecer essas intencionalidades não quer dizer que o Brasil deva fechar os olhos par ao que acontece além de suas fronteiras. Pelo contrário, é preciso saber os caminhos traçados pelas outras nações e traçar estratégias que permitam seu desenvolvimento no momento atual e prospectando em estratégias para o futuro.

Fica a sugestão do livro. Para mais informações, clique aqui.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O que falta para a Ciência da Informação de Mato Grosso do Sul?

A presença no doutorado em Ciência da Informação da UNESP, reconhecida pela sua excelência nacional e internacional, tem sido uma experiência fantástica na minha trajetória profissional e também como aprendizado de vida, além de contribuir para reflexões sobre este campo no contexto brasileiro e, especificamente, em Mato Grosso do Sul, terra onde nasci em todos os sentidos e onde mantenho minhas inquietações.

Aproveito o início de outro semestre letivo para tecer algumas reflexões que permearam e permeiam meus pensamentos, ainda que me considere um iniciante no campo científico da CI, porém, que sempre está disposto a amadurecer e aprofundar os conhecimentos apropriados.

Entendo o contexto em que se deu a construção e desenvolvimento da Ciência da Informação no Brasil e as mazelas que ela ainda tenta superar.  Sei da polarização que sempre seu deu nas mais variadas esferas no que diz respeito ao sudeste do país.

No entanto, há de se buscar a superação de alguns fatos, como a ainda insipiente inserção efetiva do centro-oeste brasileiro, com exceção de Brasília, nos debates e contribuições para o campo da CI.

No que se refere ao incipiente e ainda insipiente desenvolvimento da CI em Mato Grosso do Sul, é fundamental refletirmos sobre que ações que precisamos realizar para ver o avanço da área no Estado. Temos verificado expansões significativas e de alto nível no norte e nordeste brasileiro, tanto no âmbito da graduação quanto na pós-graduação. E nós, o que temos?

Não estou aqui me referindo à classe ou categoria profissional, enquanto bibliotecário que também sou, pois esta é só mais uma parte do todo. Estou me referindo a um contexto maior, mais amplo, pautada na interdisciplinaridade que é da natureza da CI, idéia que coaduno. Estou me referindo aos diversos segmentos que poderiam estar articulados no desenvolvimento da CI sul-mato-grossense.

Mas a questão que eu alimentava como sendo primordial para tudo isso foi confirmada nas respostas das professoras Marisa Bräscher e Lena Vania Pinheiro durante a aula inaugural do PPGCI da UNESP, ainda no primeiro semestre, sobre a mesma pergunta que ilustra o titulo deste texto. E as respostas das eminentes professoras foi a mesma: investir em formação de pesquisadores em CI no Estado.

Obviamente que existem outras frentes a se investir, como a concretizar a criação do curso em uma universidade pública, mas o ponto-chave que desencadeia todo o resto se fixa na formação de pesquisadores no âmbito da pós-graduação stricto sensu, ou seja, mestrado e doutorado em Ciência da Informação. Podem-se considerar áreas afins, sem dúvida, mas penso, num primeiro momento, até a consolidação da área, que seja, sobretudo, massivamente em Ciência da Informação.

Neste âmbito, destaco um feito importante que foi o Minter (Mestrado Interinstitucional) entre a UnB e a UNIDERP entre os anos de 2004 a 2006, momento em que se titulou 20 mestres em Ciência da Informação no Estado. Também ocorreu e ocorre a busca individual de profissionais que vão para fora do Estado realizar esta formação, a exemplo deste que vos escreve e demais desbravadores inversos, que saem do Oeste rumo ao Sudeste do país em busca dessas possibilidades.

O desafio é grande, mas nunca foi fácil, por que haveria de ser agora? Precisamos desenvolver e expandir a Ciência da Informação em Mato Grosso do Sul.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

IV Seminário Hispano Brasileiro de Pesquisa em Informação, Documentação e Sociedade




IV Seminário Hispano Brasileiro de Pesquisa em Informação, Documentação e Sociedade

IV Seminário de Competência em Informação

24 a 26 de junho de 2015 - UNESP - Marília/SP

Trata-se da quarta edição desse evento, fruto de um acordo de cooperação científica entre a Universidade de Brasília e a Universidade Complutense de Madrid e que, nesse ano, amplia a parceria institucional para a Unesp/Campus de Marília. Tem como principal característica a criação e sustentabilidade da comunidade educativa das instituições e dos participantes, promovendo a compreensão mútua e criando sinergias que podem levar a projetos conjuntos de pesquisa, ensino, inovação, publicações, mobilidade e excelência na prestação de serviços nas áreas de Informação, Documentação e Sociedade.

Informações e inscrições: http://www.fundepe.com/SHBPIDS/pt_BR/#.VX6xKvlVikq


Realização:
• UNESP - Campus de Marília
• UnB - Universidade de Brasília
• IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
• Universidad Complutense de Madrid

Fonte: Fundepe.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Concurso da UFMS 2015: Estatística de inscritos para Bibliotecário

Está disponível no site da Copeve o Edital PROGEP Nº 17, onde consta a lista de candidatos homologados para o concurso de Técnico-administrativos da UFMS de 2015.

Dentre os diversos cargos, destaco aqui a quantidade de inscritos para o cargo de Bibliotecário-documentalista, que oferta 01 vaga para o câmpus de Corumbá e 01 vaga para o câmpus de Naviraí.

Para o câmpus de Corumbá tem 22 inscritos; para o câmpus de Naviraí tem 30 inscritos. Lembrando que as provas estão previstas para o dia 31 de maio de 2015.

O edital completo com os nomes dos candidatos que tiveram a inscrição deferida pode ser acessado no seguinte link: http://m.copeve.ufms.br/front/news/view/518

Desejo a todos bons estudos e sucesso no certame.

Fonte: Copeve/UFMS.

terça-feira, 31 de março de 2015

Da série Depoimentos #6

Concluir pós-graduação em Gestão Escolar com ênfase em orientação e coordenação, nosso curso de graduação é pobre em ofertar disciplinas didáticas ou semelhante, pois dentro das muitas facetas que a biblioteconomia oferece uma delas é a docência, e para atuar de forma eficiente é preciso fazer especializações e dentro da área pedagógica, bem como o profissional bibliotecário escolar e universitário, lidam com alunos, acadêmicos e professores, vivem no meio acadêmico. Na Biblioteca Escolar e Universitária, o bibliotecário precisa atuar como gestor de suas práticas pedagógicas, envolver seu usuário.

Desejo que nossa classe profissional se una em um propósito e lute por ele, encontrem um caminho a trilhar e juntos tracem metas a alcançar, a união faz a força, diz o ditado. Anseio por novos desafios profissionais, são eles que nos ensinam, nos motivam a ser melhor.

Espero que a Secretaria de Educação do Estado traga os bibliotecários para dentro de suas paredes, a modelo da Semed, onde possui uma equipe de bibliotecários e juntos formulem um cronograma para capacitar os assistentes de biblioteca ou técnico, onde possui, para regularizar as bibliotecas escolares.

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Obrigado Rosi pela colaboração!
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A série "Depoimentos" traz os desejos e planos para 2015 dos profissionais da informação, no âmbito da Biblioteconomia, na vida pessoal e/ou na sociedade de maneira geral.