segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A revolução digital da escola

Por Luis Nassif

Ampla cobertura de mídia, recebido pela presidente Dilma Rousseff e pelo Ministro da Educação Aloizio Mercadante, elogiado por dois dos maiores bilionários do planeta – Bill Gates e Jorge Paulo Lemann -, tudo isso pode passar a impressão que o norte-americano Salman Khan inventou a fórmula da sabedoria.

Se não inventou, chegou perto.
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O desafio maior será a reciclagem de professores. Os alunos já nascem plugados. Foto: Raoni Maddalena

Para ajudar sobrinhos com dificuldades com matemática e física, Khan montou algumas aulas em vídeo. Depois, postou-as no Youtube. As aulas fizeram sucesso, receberam o elogio consagrador de Gates e foram traduzidas para o português pela Fundação Lemann.

Agora, o MEC planeja incluir o material na estratégia de conteúdo para tablets – após ter adquirido 600 mil tablets para alunos da rede pública.
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O método que desenvolveu é simples de entender e dificílimo de massificar na rede convencional, pois significa uma mudança radical em paradigmas pedagógicos velhíssimos.
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Em linhas gerais, a filosofia Khan é a seguinte:
Hoje em dia a criançada já nasce digitalizada. E, nos eletrônicos, a figura central são os games, os jogos com vários graus de dificuldade.
Cada criança tem seu próprio ritmo de aprendizado. Algumas passam por todas as etapas rapidamente; outras demoram mais. Mas, passando pelos diversos níveis, todas se encontram no mesmo grau de aprendizagem.
No caso do ensino convencional, o conteúdo é empacotado em aulas de 50 minutos. E todos, na classe, são expostos ao mesmo ritmo. As aulas ainda são fundamentalmente de transmissão de conteúdo.
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Pelo método Khan, o conteúdo passa a ser adquirido fora de classe, através de seus vídeos e de equipamentos dos alunos conectados à Internet. Cada aluno terá seu próprio ritmo de aprendizado. Como são aulas à distância, com alunos conectados, o sistema produz gráficos e tabelas mostrando – em tempo real – o ritmo de aprendizado de cada aluno.

Muda-se completamente a natureza das salas de aula e enobrece-se o papel do professor. Nas salas, caberá ao professor promover a interação entre os alunos – por exemplo, colocando alunos com dificuldades junto a alunos mais sabidos. Em vez de ser encarado como o juiz implacável, passa a ser o orientador que ajudará o aluno a ultrapassar os níveis dos games.
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Mais do que os vídeos em si, o modelo pedagógico sugerido é a chave para a próxima etapa da educação brasileira, ingressando finalmente na era digital.

O MEC está montando um acervo de material pedagógico digital, disponíveis em tablets. Há mapas dinâmicos, corpo humano. A maioria absoluta das escolas já dispõe de laboratório de informática e os tablets começam a ser distribuídos.

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O desafio maior será a reciclagem de professores. Os alunos já nascem plugados; os professores, não. Além disso, a maior parte do ensino médio é de responsabilidade de estados.

A implantação dos novos métodos exigirá parcerias com estados e municípios, cursos intensivos para os professores, de usabilidade dos equipamentos. E, principalmente, a constatação de que tecnologia não substitui nem sala de aula nem professor. Caberá ao professor, na sala de aula, liderar o processo pedagógico.

Fonte: Carta Capital: Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/politica/a-revolucao-digital-da-escola . Acesso em: 18 jan. 2013.  

Contribuição: Daniel Spengler.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Capes aprova curso de Biblioteconomia a Distância

No último dia 29 de outubro, o CFB protagonizou um momento histórico para a Biblioteconomia brasileira. A Presidente do CFB, Nêmora Rodrigues, assinou, juntamente com o Prof. Dr. Jorge Almeida Guimarães, Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, um Acordo de Parceria para a implantação do Curso de Biblioteconomia na modalidade a distância no Brasil. Estiveram presentes à solenidade o Prof. Dr. Celso José da Costa, Diretor de Educação a Distância, e a equipe de implementação do acordo, as bibliotecárias Lucia Alves e Silva, e Fabíola Ferigato. O Acordo resulta de uma discussão conjunta que se iniciou em outubro de 2008.

É oportuno destacar que a decisão do Sistema CFB/CRB em consolidar tal cooperação para viabilizar esta formação a distância foi pautada em dois princípios: na avaliação de que as políticas nacionais têm, ao longo do tempo, favorecido a distribuição de acervos em detrimento da oferta de serviços de informação, sendo que qualquer intervenção, visando promover alterações no quadro descrito, esbarra na pouca quantidade de profissionais formados no país; e no entendimento de que a educação a distância é uma realidade mundial. Especialmente para a área de Biblioteconomia, essa modalidade já é efetuada em diversos países da Ásia e Europa, além dos Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Venezuela, Costa Rica e Cuba. O sistema de ensino brasileiro faculta a qualquer instituição a oferta de ensino de graduação nesta modalidade, fato que poderia se constituir em uma realidade nacional a qualquer momento, independentemente da qualidade ou da ingerência de qualquer organismo ligado à área. Desse modo, o Sistema CFB/CRB entende que, ao apoiar a iniciativa da formação de bibliotecários nessa modalidade , é oportuno conduzir, na qualidade de organismo fiscalizador, um processo de negociação visando à formação de bibliotecários que assegurem a qualidade almejada pelas instituições da área e, sobretudo, pelo mercado.

Para operacionalizar o trabalho junto à UAB, foram observados os pressupostos estabelecidos pela ssociação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), por meio dos documentos construídos pelas escolas de Biblioteconomia do país, bem como a observância das Diretrizes Curriculares elaboradas para os Cursos de Graduação em Biblioteconomia estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

Ademais, foram assumidos como eixos temáticos os seis estabelecidos pelos documentos que a norteiam, a saber:

1. Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação;

2. Organização e Representação da Informação;

3. Recursos e Serviços de Informação;

4. Gestão da Informação;

5. Tecnologias de Informação e Comunicação;

6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação.

Elaboração do projeto pedagógico, o acompanhamento, visando o fiel cumprimento dos princípios de qualidade emanados pela Comissão de Ensino do CFB, estão a cargo de um grupo de trabalho composto por bibliotecários professores doutores, com relevada produção em cada um dos eixos citados e que atuam em diferentes regiões do país, para atuar junto à UAB, cujas atividades tiveram início em 18 de junho de 2009.

Esse grupo é formado pelos seguintes docentes, de acordo com as áreas:

1. Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, Prof.ª Dra. Henriette Ferreiran Gomes (UFBA);

2. Organização e Representação da Informação, Prof.ª Dra. Lídia Alvarenga (UFMG), que iniciou com o grupo mas que teve de se afastar por problemas pessoais, e Prof. Dr. José Augusto Guimarães (UNESP/Marília);

3. Recursos e Serviços de Informação, Prof.ª Dra. Helen Beatriz Rozados (UFRGS);

4. Gestão da Informação, Prof.ª Dra. Marta Lígia m Valentin (UNESP/Marília);

5. Tecnologias de Informação e Comunicação, Prof.ª Dra. Sely Maria de Souza Costa (UnB);

6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação, Prof.ª Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho (UFAM).

A previsão de início da primeira turma do curso é março de 2013.



Fonte: Blog do CRB 1ª Região. Disponível em: http://crbcentrooeste.wordpress.com/2012/10/31/capes-aprova-curso-de-biblioteconomia-a-distancia/

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação


(Convite ABRAINFO - Clique para ampliar a imagem)

Tem acontecido discussões (virtuais e presenciais) tendo como assunto a criação da ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação, entidade que reuniria os profissionais da informação em suas amplas formações, e daria peso ao movimento associativo, hoje dificultosamente desenvolvido pelas associações e sindicatos de bibliotecários nos estados (alguns estados), tendo a FEBAB a nível nacional.

As particularidades desta ideia e a forma de atuação da nova entidade ainda está pouco divulgada e pouco conhecida entre os profissionais bibliotecários do país, o que vai na contramão da proposta de ser uma entidade representativa a nível nacional. Embora todos saibamos a dificuldade que é mobilizar pessoas para aderirem à discussão e contribuir na ideia, ainda falta consistência para dar a ela um corpo de associação brasileira.

Sou da opinião que toda tentativa é válida quando o objetivo é contribuir para o fortalecimento e expansão da classe bibliotecária, mesmo que esta afirmação seja interpretada como corporativista. Vejo com bons olhos uma associação brasileira de profissionais da informação encabeçadas e idealizadas por bibliotecários.

Fica o convite para quem puder participar, sendo importante a participação de bibliotecários de todos os estados da federação.

Ainda por falta de informações a respeito da ABRAINFO, postarei abaixo dois e-mails. O primeiro encaminhado à prof. Ana Paula, coordenadora do curso de Biblioteconomia do IESF, único curso de Biblioteconomia no Estado de Mato Grosso do Sul. O segundo é um e-mail enviado por William Okubo através do grupo de discussão Bibamigos. Posto estes e-mails para que você possa entender melhor sobre o assunto e fomentar o debate, bem como, expandir o o número de conhecedores do assunto em questão.

E-mail 1
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Em 30 de outubro de 2012 21:12, ABRAINFO ASSOCIAÇÃO escreveu:

Ana Paula:

Provavelmente, você pôde acompanhar pelas redes sociais as discussões sobre representatividade profissional. Nessas conversas parece-me que é consenso entre os que participaram delas que não existem tantas barreiras entre os vários tipos de trabalho com Informação como se pensa. Isso, inclusive, está se refletindo no próprio ensino da Biblioteconomia. As ferramentas digitais aproximaram os arquivos, museus e bibliotecas.

A partir dessa constatação entendeu-se que nós, bibliotecários, poderíamos abrir um novo espaço de diálogo e de convergência. Para chegar a essa meta, considerou-se a necessidade de existir uma associações que pudesse reunir, amplamente, os profissionais de Informação - sem tantas divisões e tribos. Assim, com o trabalho incansável do nosso colega Briquet de Lemos, está sendo proposta a criação da ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação.

Essa entidade de caráter nacional deverá reunir pessoas físicas que trabalhem na área da Informação, claramente os bibliotecários, mas também arquivistas e museólogos; e, ainda, engenheiros, linguistas e outros que inclusive dão aulas nos cursos de Biblioteconomia.

No próximo dia 23 de novembro vamos realizar a Assembléia para instituir essa entidade. É importante que essa iniciativa seja do conhecimento de todos os bibliotecários brasileiros. Por isso peço a sua ajuda para divulgar entre professores e alunos o convite anexo.
Grato.
Luís Milanesi
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E-mail 2
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Pessoal, acho que agora vai.....


Quero lembrar que as primeiras discussões do que se propõe começaram aqui a partir de um e-mail do Briquet de Lemos e depois foram para o Facebook (onde vocês podem ver tudo que foi discutido em dois endereços: https://www.facebook.com/groups/126172034187521/ e https://www.facebook.com/groups/372349109452045/).

Para que dê certo, é preciso participação, e por isso, encaminho o convite para quem puder participar comparecer. Se puderem divulgar aos amigos, o grupo agradece!

Alguns colegas disseram que o horário é ruim, por isso, tomo a liberdade de pedir que me enviem propostas de horário para que possa discutir com algumas pessoas a possibilidade de mudança. Do ponto de vista de espaço que é a Mário de Andrade, posso ver com os responsáveis a disponibilidade de ser por volta das 19 horas, por exemplo.

William Okubo

Colegas bibliotecários, arquivistas e museólogos e profissionais afins, alguns colegas e eu pretendemos criar a ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação, entidade que queremos que seja atuante na área e possibilidade ações para o desenvolvimento da área, dos profissionais e principalmente dos serviços prestados por nós profissionais da informação. Para participar do ato que acontecerá no dia 23 de novembro, às 14 horas, em São Paulo.

Para mais informações, acesse o link a seguir e se cadastre:
http://abrainfo.com.br
Assim que tivermos o esboço do Estatuto, ele será enviado ao cadastrados e disponibilizado no site.
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Fica aberto à discussões.

Contribuição: Ana Paula; Grupo Bibamigos.




terça-feira, 30 de outubro de 2012

Trabalhos de conclusão de curso superior poderão ter divulgação obrigatória


Fonte: Google Imagens.
Está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), projeto de lei que prevê a disponibilidade de trabalhos de conclusão de curso (TCC) para consulta pública. Segundo o autor da matéria, senador licenciado Blairo Maggi (MT/PR), o objetivo da proposta ( PLS 199/2012) é dificultar práticas ilícitas, como o plágio de teses acadêmicas.

Dissertações de mestrado e teses de doutorado já possuem caráter público e divulgação em bibliotecas. Mas, segundo o autor, "trabalhos como monografias de graduação não são respeitados e tornam-se objetos de crimes".

Essa displicência com a divulgação dos trabalhos acadêmicos de conclusão dos cursos tem sido responsável por práticas abusivas e desonestas de compra de monografias e plágio. Com a difusão do acesso à internet, fatos dessa natureza tornaram-se mais fáceis, o que põe em dúvida a lisura dos processos de avaliação do conhecimento dos formandos, argumenta Blairo Maggi.

De acordo com o texto, antes da divulgação do TCC, que deverá obedecer a um tempo regulamentar, haverá prazo para possíveis aprimoramentos por parte dos acadêmicos.
O projeto recebeu voto favorável do relator, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e, caso seja aprovado, poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados, se não for apresentado recurso para o Plenário.


Fonte: O Globo. Disponível em: http://oglobo.globo.com/educacao/trabalhos-de-conclusao-de-curso-poderao-ter-divulgacao-obrigatoria-6478433

Contribuição: Selma Regina Ramalho Conte. (Grupo Bibliotecários - Paraná)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

I Semana Nacional do Livro e da Biblioteca do IESF

Acontece em Campo Grande, de 22 a 26 de outubro de 2012, a I Semana Nacional do Livro e da Biblioteca do IESF, promovida pelos acadêmicos do 6° semestre do Curso de Biblioteconomia da instituição.

Na programação estão previstas palestras, apresentações culturais e exposições. Como destaques estão a palestra de abertura com o Prof. Dr. Waldomiro Vergueiro, do Departamento de Biblioteconomia da USP, que será no dia 22, e a palestra do Prof. Dr. Antônio Agenor Briquet de Lemos – "Atuação Profissional", que será no dia 26.

Esta é uma grande oportunidade de atualização profissional para educadores, bibliotecários, gestores, estudantes, agentes culturais e demais interessados.

Abaixo segue a programação completa.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Vaga para Bibliotecário em Campo Grande-MS

Encontram abertas as inscrições para recrutamento e seleção interna e externa a 01 (uma) vaga de Técnico(a) de Nível Superior I (Biblioteconomia) para atuar em Campo Grande, MS.

As inscrições serão até o dia 19 de outubro de 2012, mediante apresentação de currículo com identificação da vaga / nº do Aviso de Processo Seletivo, cópias e originais dos documentos comprobatórios de escolaridade e experiência profissional na área.

Poderão inscrever-se candidatos que comprovem possuir até a data da inscrição, Certificado de Conclusão do Ensino Superior em Biblioteconomia. Comprovante de experiência de no mínimo 6 meses biblioteconomista, atuando preferencialmente em biblioteca acadêmica.

Os interessados deverão inscrever-se na Casa da Indústria – Coordenadoria de Desenvolvimento Humano e Pessoal (CODEHP) - 2 º Andar, Avenida Afonso Pena, 1206 - Bairro Amambaí em Campo Grande/MS, das 13h30min às 16h30min.

O candidato será enquadrado como TNS, Nível I, com jornada de trabalho mensalista de 8h diárias nos período matutino e vespertino, com salário no valor de R$ 3.270.12 mensais.

Para maiores informções, acesse o Edital: http://www.fiems.org.br/novo/imgs/df25624aca8455893c1d4085db1ddedc.pdf

Contribuição: Flávia Muglia.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Google cria planos de aula para ensinar a pesquisar

Google lançou um novo site chamado Search Education destinado a educadores que querem ensinar estratégias de busca online.

O site inclui planos de aula para diferentes níveis de especialização - iniciante, intermédio e avançado – bem como vídeos de treino que ensinam a utilizar diferentes ferramentas como o uso de Creative Commons ou os mapas do Google.

As aulas abrangem os seguintes tópicos :

•Escolher os termos de pesquisa certos
•Compreender os resultados da pesquisa
•Procurar evidências de tarefas de investigação
•Restringir uma pesquisa para obter os melhores resultados
•Avaliar a credibilidade de fontes
Para cada tópico, as aulas de cada nível de pesquisa oferecem explicações aprofundadas sobre o funcionamento das pesquisas, fornecendo exemplos específicos sobre palavras e resultados das buscas efetuadas.

Veja o video sobre o Google Search Education: http://www.youtube.com/watch?v=v9yZco8bwI8&feature=player_embedded
Para maiores informações e para começar a utilizar as ferramentas, acesse: http://www.google.com/insidesearch/searcheducation
Fonte: Prof. TIC.
Contribuição: Ana Ribas.