quarta-feira, 15 de maio de 2013

A informação na Internet: como ganhar dinheiro se tornou “fácil”

Fonte: Google Imagens.

Já faz algum tempo eu gostaria de escrever algo referente ao bombardeio de informações que tratam das famosas receitas para ganhar dinheiro na internet, inúmeras fórmulas, métodos e caminhos para isso. Também tem a questão da guerra informacional que tem se formado, onde diversos sítios da web colocam informações diferentes sobre esses métodos. Creio que não irei conseguir citar todos o meios divulgados, mas postarei sobre alguns dos que já ouvi falar ou tenho conhecimento.

O dinheiro “fácil” está em todos os lados na internet. Se vê de tudo. Tem o ganho por anúncios divulgados no seu sitio, cuja empresa te paga por clique e/ou visualização, em centavos de dólar ou real, através de banners e/ou poup up fixados na página. Em alguns sítios conseguimos perder mais tempo fechando essas janelas de propaganda do que lendo o conteúdo da página. Sempre pensei na efetividade desse tipo de negócio, nunca tentei, apenas fico imaginando se dá um bom dinheiro com esse tipo de negócio, e se o sitio não perde credibilidade e trafego com tanta propaganda.

Outro popular meio é através da remuneração para quem der cliques sugeridos pelas empresas, o famoso “trabalhe sem sair de casa”. Também neste método o pagamento é em centavos, embora alguns sítios sugiram a pessoa adquirir pacotes que o qualificam e dobram os lucros, sendo necessário um investimento prévio. Neste caso as coisas começam a complicar.

Por falar em investimento prévio, a febre, ao menos no Brasil, está no chamado Marketing Multinível (MMN) de ganhos binários e residuais, que também necessitam do investimento prévio, variando o valor dependendo da empresa. Neste caso o ganho também varia.

No momento a que mais vem se destacando é a Telexfree, uma empresa de tecnologia Voip que paga a seu divulgador um determinado valor por postar anúncios da empresa em vários sítios, bem como, por vender linhas Voip, e inserir mais divulgadores. Outras empresas tem menos adesão, mas também estão competindo para conseguir adpetos. Outras já estão consolidadas como empresas de MMN, como a Avon, Natura, Herbalife, etc. A mais nova que ouvi falar é a BBOM, que oferece micro franquias de rastreadores, embora ainda bem recente e com poucas informações concretas sobre a segurança do negócio.

Neste contexto, as mais recentes estão sendo postas em dúvida quanto a sua sustentabilidade, sendo consideradas por alguns como esquema de pirâmide, o que não é permitido perante as autoridades, e pode causar prejuízo a quem entrar no negócio. A dificuldade está em provar essa desconfiança, enquanto isso, mais pessoas entram e investem seu dinheiro, alguns vendendo seus bens, como casa, carros, etc.

Isso posto, começa a guerra informacional na internet, onde há sítios que defendem e mostram seus ganhos nas empresas mencionadas, e outros que afirmam veementemente que tudo não passa de um golpe. Há de se considerar que há um jogo perverso nesta seara, pois quem elogia e incentiva o negócio quer que mais pessoas entrem, enquanto quem critica ou é cético, pois não entrou pra saber, ou faz parte de outra empresa MMN que está perdendo adeptos por conta do crescimento da concorrente.

Com isso, quem busca oportunidades de negócios na internet se sente totalmente perdido pela enorme quantidade de informações, distorcidas, convincentes, mas sem nenhuma conclusão concreta.

Com tanta informação distorcida e contraditória, será mesmo que ganhar dinheiro na Internet se tornou fácil?

P.S: O autor deste texto e Blog entrou na Telexfree e até o momento já recuperou seu investimento, indo agora para os lucros. UFA!!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Máster en la Universidad de Salamanca y en la Universidad Carlos III de Madrid

Caros companheiros,

Estas mensagens que posto abaixo recebi por uma das listas de discussão que participo, e achei interessante compartilhar, principalmente àqueles que tem interesses em continuar seus estudos e conhecer outros países. O primeiro na Universidad de Salamanca e o segundo na Universidad Carlos III de Madrid.

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Universidad de Salamanca 

Hasta el día 10 de septiembre, se encuentra abierto el plazo de 
preinscripción en el Máster Oficial en Sistemas de Información Digital de la Universidad de Salamanca.
El máster constituye una excelente oportunidad para adquirir una formación polivalente y adaptada al mercado actual de los contenidos digitales completándose  con  un periodo de prácticas en centros e instituciones –públicas y privadas- especializadas en la producción, procesamiento y/o difusión de la información digital.
Para más información pueden consultarse la página web del máster: http://mastersid.usal.es o escribir a la siguiente dirección: mastersid@usal.es

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Prof.ª Dra. Yolanda Martín González
Directora del Máster en Sistemas de Información Digital
Facultad de Traducción y Documentación
Universidad de Salamanca
c/Francisco Vitoria 6-16
37008 Salamanca
Tel.: 

mastersid@usal.es
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Prof.ª Dra. Yolanda Martín González
Directora del Máster en Sistemas de Información Digital
Facultad de Traducción y Documentación
Universidad de Salamanca
c/Francisco Vitoria 6-16
37008 Salamanca
Tel.: 
+34 923 294580 ext. 3057Fax: +34 923 294582

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Prof.ª Dra. Yolanda Martín González
Directora del Máster en Sistemas de Información Digital
Facultad de Traducción y Documentación
Universidad de Salamanca
c/Francisco Vitoria 6-16
37008 Salamanca
Tel.: +34 923 294580 ext. 3057Fax: +34 923 294582
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Universidad Carlos III de Madrid

Estimados y estimadas colegas,

Presentarles este programa e informales que abrimos matrícula y ampliamos la oferta formativa de nuestro programa de postgrado para el curso 2013/2014, atendiendo especialmente a estudiantes y colegas iberoamericanos:
- 12ª edición presencial Máster en Documentación Audiovisual - 60 créditos.
- 12ª edición presencial Especialista en Documentación Audiovisual - 43 créditos.
- 1ª edición online Especialista en Documentación Audiovisual - 43 créditos.
- Posibilidad de cursar Módulos y Seminarios independientes, presencial y online
- Programa de cursos monográficos a lo largo del curso.
Toda la información en la web institucional http://www.uc3m.es/documentacionaudiovisual. Llámenos y pregúntenos, o escríbanos un mail.Le interesarán nuestros contenidos en http://www.mdoca.uc3m.es/
Síganos en https://www.facebook.com/masterendocumentacionaudiovisualhttps://twitter.com/uc3m_mdocahttp://pinterest.com/belenplorenzo/documentacion-audiovisual/
Y participe en nuestro grupo profesional en Linkedin http://tinyurl.com/atpjxgo
Un saludo
--
Belén Pérez Lorenzo
Universidad Carlos III de Madrid
Departamento Biblioteconomía y Documentación
Máster en Documentación Audiovisual
Edif. Concepción Arenal, desp. 14.2.24
C/ Madrid, 126
28903 Getafe (Madrid-Spain)
Tel. +34 91 624 84 70

C/ Madrid, 126
28903 Getafe (Madrid-Spain)
Tel. +34 91 624 84 70
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Fonte: BIBLIOS: Boletín.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Processo seletivo para o Mestrado em Gestão de Documentos e Arquivos - UNIRIO

Fonte: Google Imagens. Do Blog Keli Souza TILS.









Estão abertas as inscrições para o Mestrado Profissional em Gestão de Documentos e Arquivos pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), com o objetivo de preencher  até 15 (quinze) vagas  para ingresso no 2º semestre de 2013.


As inscrições para o processo seletivo serão realizadas no período de 18 de fevereiro a  15 de março, pessoalmente ou por sedex, e a seleção constará de 4 etapas.

Maiores informações, segue o link do Edital: http://200.156.25.3//Documentos/Noticias/Edital_PPGARQ-UNIRIO_Mestrado_Profissional_2013.pdf

Fonte: Site da UNIRIO.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A revolução digital da escola

Por Luis Nassif

Ampla cobertura de mídia, recebido pela presidente Dilma Rousseff e pelo Ministro da Educação Aloizio Mercadante, elogiado por dois dos maiores bilionários do planeta – Bill Gates e Jorge Paulo Lemann -, tudo isso pode passar a impressão que o norte-americano Salman Khan inventou a fórmula da sabedoria.

Se não inventou, chegou perto.
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O desafio maior será a reciclagem de professores. Os alunos já nascem plugados. Foto: Raoni Maddalena

Para ajudar sobrinhos com dificuldades com matemática e física, Khan montou algumas aulas em vídeo. Depois, postou-as no Youtube. As aulas fizeram sucesso, receberam o elogio consagrador de Gates e foram traduzidas para o português pela Fundação Lemann.

Agora, o MEC planeja incluir o material na estratégia de conteúdo para tablets – após ter adquirido 600 mil tablets para alunos da rede pública.
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O método que desenvolveu é simples de entender e dificílimo de massificar na rede convencional, pois significa uma mudança radical em paradigmas pedagógicos velhíssimos.
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Em linhas gerais, a filosofia Khan é a seguinte:
Hoje em dia a criançada já nasce digitalizada. E, nos eletrônicos, a figura central são os games, os jogos com vários graus de dificuldade.
Cada criança tem seu próprio ritmo de aprendizado. Algumas passam por todas as etapas rapidamente; outras demoram mais. Mas, passando pelos diversos níveis, todas se encontram no mesmo grau de aprendizagem.
No caso do ensino convencional, o conteúdo é empacotado em aulas de 50 minutos. E todos, na classe, são expostos ao mesmo ritmo. As aulas ainda são fundamentalmente de transmissão de conteúdo.
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Pelo método Khan, o conteúdo passa a ser adquirido fora de classe, através de seus vídeos e de equipamentos dos alunos conectados à Internet. Cada aluno terá seu próprio ritmo de aprendizado. Como são aulas à distância, com alunos conectados, o sistema produz gráficos e tabelas mostrando – em tempo real – o ritmo de aprendizado de cada aluno.

Muda-se completamente a natureza das salas de aula e enobrece-se o papel do professor. Nas salas, caberá ao professor promover a interação entre os alunos – por exemplo, colocando alunos com dificuldades junto a alunos mais sabidos. Em vez de ser encarado como o juiz implacável, passa a ser o orientador que ajudará o aluno a ultrapassar os níveis dos games.
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Mais do que os vídeos em si, o modelo pedagógico sugerido é a chave para a próxima etapa da educação brasileira, ingressando finalmente na era digital.

O MEC está montando um acervo de material pedagógico digital, disponíveis em tablets. Há mapas dinâmicos, corpo humano. A maioria absoluta das escolas já dispõe de laboratório de informática e os tablets começam a ser distribuídos.

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O desafio maior será a reciclagem de professores. Os alunos já nascem plugados; os professores, não. Além disso, a maior parte do ensino médio é de responsabilidade de estados.

A implantação dos novos métodos exigirá parcerias com estados e municípios, cursos intensivos para os professores, de usabilidade dos equipamentos. E, principalmente, a constatação de que tecnologia não substitui nem sala de aula nem professor. Caberá ao professor, na sala de aula, liderar o processo pedagógico.

Fonte: Carta Capital: Disponível em: http://www.cartacapital.com.br/politica/a-revolucao-digital-da-escola . Acesso em: 18 jan. 2013.  

Contribuição: Daniel Spengler.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Capes aprova curso de Biblioteconomia a Distância

No último dia 29 de outubro, o CFB protagonizou um momento histórico para a Biblioteconomia brasileira. A Presidente do CFB, Nêmora Rodrigues, assinou, juntamente com o Prof. Dr. Jorge Almeida Guimarães, Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, um Acordo de Parceria para a implantação do Curso de Biblioteconomia na modalidade a distância no Brasil. Estiveram presentes à solenidade o Prof. Dr. Celso José da Costa, Diretor de Educação a Distância, e a equipe de implementação do acordo, as bibliotecárias Lucia Alves e Silva, e Fabíola Ferigato. O Acordo resulta de uma discussão conjunta que se iniciou em outubro de 2008.

É oportuno destacar que a decisão do Sistema CFB/CRB em consolidar tal cooperação para viabilizar esta formação a distância foi pautada em dois princípios: na avaliação de que as políticas nacionais têm, ao longo do tempo, favorecido a distribuição de acervos em detrimento da oferta de serviços de informação, sendo que qualquer intervenção, visando promover alterações no quadro descrito, esbarra na pouca quantidade de profissionais formados no país; e no entendimento de que a educação a distância é uma realidade mundial. Especialmente para a área de Biblioteconomia, essa modalidade já é efetuada em diversos países da Ásia e Europa, além dos Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Venezuela, Costa Rica e Cuba. O sistema de ensino brasileiro faculta a qualquer instituição a oferta de ensino de graduação nesta modalidade, fato que poderia se constituir em uma realidade nacional a qualquer momento, independentemente da qualidade ou da ingerência de qualquer organismo ligado à área. Desse modo, o Sistema CFB/CRB entende que, ao apoiar a iniciativa da formação de bibliotecários nessa modalidade , é oportuno conduzir, na qualidade de organismo fiscalizador, um processo de negociação visando à formação de bibliotecários que assegurem a qualidade almejada pelas instituições da área e, sobretudo, pelo mercado.

Para operacionalizar o trabalho junto à UAB, foram observados os pressupostos estabelecidos pela ssociação Brasileira de Educação em Ciência da Informação (ABECIN), por meio dos documentos construídos pelas escolas de Biblioteconomia do país, bem como a observância das Diretrizes Curriculares elaboradas para os Cursos de Graduação em Biblioteconomia estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).

Ademais, foram assumidos como eixos temáticos os seis estabelecidos pelos documentos que a norteiam, a saber:

1. Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação;

2. Organização e Representação da Informação;

3. Recursos e Serviços de Informação;

4. Gestão da Informação;

5. Tecnologias de Informação e Comunicação;

6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação.

Elaboração do projeto pedagógico, o acompanhamento, visando o fiel cumprimento dos princípios de qualidade emanados pela Comissão de Ensino do CFB, estão a cargo de um grupo de trabalho composto por bibliotecários professores doutores, com relevada produção em cada um dos eixos citados e que atuam em diferentes regiões do país, para atuar junto à UAB, cujas atividades tiveram início em 18 de junho de 2009.

Esse grupo é formado pelos seguintes docentes, de acordo com as áreas:

1. Fundamentos Teóricos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, Prof.ª Dra. Henriette Ferreiran Gomes (UFBA);

2. Organização e Representação da Informação, Prof.ª Dra. Lídia Alvarenga (UFMG), que iniciou com o grupo mas que teve de se afastar por problemas pessoais, e Prof. Dr. José Augusto Guimarães (UNESP/Marília);

3. Recursos e Serviços de Informação, Prof.ª Dra. Helen Beatriz Rozados (UFRGS);

4. Gestão da Informação, Prof.ª Dra. Marta Lígia m Valentin (UNESP/Marília);

5. Tecnologias de Informação e Comunicação, Prof.ª Dra. Sely Maria de Souza Costa (UnB);

6. Políticas e Gestão de Unidades, Sistemas e Serviços de Informação, Prof.ª Dra. Célia Regina Simonetti Barbalho (UFAM).

A previsão de início da primeira turma do curso é março de 2013.



Fonte: Blog do CRB 1ª Região. Disponível em: http://crbcentrooeste.wordpress.com/2012/10/31/capes-aprova-curso-de-biblioteconomia-a-distancia/

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação


(Convite ABRAINFO - Clique para ampliar a imagem)

Tem acontecido discussões (virtuais e presenciais) tendo como assunto a criação da ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação, entidade que reuniria os profissionais da informação em suas amplas formações, e daria peso ao movimento associativo, hoje dificultosamente desenvolvido pelas associações e sindicatos de bibliotecários nos estados (alguns estados), tendo a FEBAB a nível nacional.

As particularidades desta ideia e a forma de atuação da nova entidade ainda está pouco divulgada e pouco conhecida entre os profissionais bibliotecários do país, o que vai na contramão da proposta de ser uma entidade representativa a nível nacional. Embora todos saibamos a dificuldade que é mobilizar pessoas para aderirem à discussão e contribuir na ideia, ainda falta consistência para dar a ela um corpo de associação brasileira.

Sou da opinião que toda tentativa é válida quando o objetivo é contribuir para o fortalecimento e expansão da classe bibliotecária, mesmo que esta afirmação seja interpretada como corporativista. Vejo com bons olhos uma associação brasileira de profissionais da informação encabeçadas e idealizadas por bibliotecários.

Fica o convite para quem puder participar, sendo importante a participação de bibliotecários de todos os estados da federação.

Ainda por falta de informações a respeito da ABRAINFO, postarei abaixo dois e-mails. O primeiro encaminhado à prof. Ana Paula, coordenadora do curso de Biblioteconomia do IESF, único curso de Biblioteconomia no Estado de Mato Grosso do Sul. O segundo é um e-mail enviado por William Okubo através do grupo de discussão Bibamigos. Posto estes e-mails para que você possa entender melhor sobre o assunto e fomentar o debate, bem como, expandir o o número de conhecedores do assunto em questão.

E-mail 1
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Em 30 de outubro de 2012 21:12, ABRAINFO ASSOCIAÇÃO escreveu:

Ana Paula:

Provavelmente, você pôde acompanhar pelas redes sociais as discussões sobre representatividade profissional. Nessas conversas parece-me que é consenso entre os que participaram delas que não existem tantas barreiras entre os vários tipos de trabalho com Informação como se pensa. Isso, inclusive, está se refletindo no próprio ensino da Biblioteconomia. As ferramentas digitais aproximaram os arquivos, museus e bibliotecas.

A partir dessa constatação entendeu-se que nós, bibliotecários, poderíamos abrir um novo espaço de diálogo e de convergência. Para chegar a essa meta, considerou-se a necessidade de existir uma associações que pudesse reunir, amplamente, os profissionais de Informação - sem tantas divisões e tribos. Assim, com o trabalho incansável do nosso colega Briquet de Lemos, está sendo proposta a criação da ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação.

Essa entidade de caráter nacional deverá reunir pessoas físicas que trabalhem na área da Informação, claramente os bibliotecários, mas também arquivistas e museólogos; e, ainda, engenheiros, linguistas e outros que inclusive dão aulas nos cursos de Biblioteconomia.

No próximo dia 23 de novembro vamos realizar a Assembléia para instituir essa entidade. É importante que essa iniciativa seja do conhecimento de todos os bibliotecários brasileiros. Por isso peço a sua ajuda para divulgar entre professores e alunos o convite anexo.
Grato.
Luís Milanesi
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E-mail 2
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Pessoal, acho que agora vai.....


Quero lembrar que as primeiras discussões do que se propõe começaram aqui a partir de um e-mail do Briquet de Lemos e depois foram para o Facebook (onde vocês podem ver tudo que foi discutido em dois endereços: https://www.facebook.com/groups/126172034187521/ e https://www.facebook.com/groups/372349109452045/).

Para que dê certo, é preciso participação, e por isso, encaminho o convite para quem puder participar comparecer. Se puderem divulgar aos amigos, o grupo agradece!

Alguns colegas disseram que o horário é ruim, por isso, tomo a liberdade de pedir que me enviem propostas de horário para que possa discutir com algumas pessoas a possibilidade de mudança. Do ponto de vista de espaço que é a Mário de Andrade, posso ver com os responsáveis a disponibilidade de ser por volta das 19 horas, por exemplo.

William Okubo

Colegas bibliotecários, arquivistas e museólogos e profissionais afins, alguns colegas e eu pretendemos criar a ABRAINFO - Associação Brasileira de Profissionais da Informação, entidade que queremos que seja atuante na área e possibilidade ações para o desenvolvimento da área, dos profissionais e principalmente dos serviços prestados por nós profissionais da informação. Para participar do ato que acontecerá no dia 23 de novembro, às 14 horas, em São Paulo.

Para mais informações, acesse o link a seguir e se cadastre:
http://abrainfo.com.br
Assim que tivermos o esboço do Estatuto, ele será enviado ao cadastrados e disponibilizado no site.
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Fica aberto à discussões.

Contribuição: Ana Paula; Grupo Bibamigos.




terça-feira, 30 de outubro de 2012

Trabalhos de conclusão de curso superior poderão ter divulgação obrigatória


Fonte: Google Imagens.
Está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), projeto de lei que prevê a disponibilidade de trabalhos de conclusão de curso (TCC) para consulta pública. Segundo o autor da matéria, senador licenciado Blairo Maggi (MT/PR), o objetivo da proposta ( PLS 199/2012) é dificultar práticas ilícitas, como o plágio de teses acadêmicas.

Dissertações de mestrado e teses de doutorado já possuem caráter público e divulgação em bibliotecas. Mas, segundo o autor, "trabalhos como monografias de graduação não são respeitados e tornam-se objetos de crimes".

Essa displicência com a divulgação dos trabalhos acadêmicos de conclusão dos cursos tem sido responsável por práticas abusivas e desonestas de compra de monografias e plágio. Com a difusão do acesso à internet, fatos dessa natureza tornaram-se mais fáceis, o que põe em dúvida a lisura dos processos de avaliação do conhecimento dos formandos, argumenta Blairo Maggi.

De acordo com o texto, antes da divulgação do TCC, que deverá obedecer a um tempo regulamentar, haverá prazo para possíveis aprimoramentos por parte dos acadêmicos.
O projeto recebeu voto favorável do relator, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) e, caso seja aprovado, poderá seguir para a análise da Câmara dos Deputados, se não for apresentado recurso para o Plenário.


Fonte: O Globo. Disponível em: http://oglobo.globo.com/educacao/trabalhos-de-conclusao-de-curso-poderao-ter-divulgacao-obrigatoria-6478433

Contribuição: Selma Regina Ramalho Conte. (Grupo Bibliotecários - Paraná)