sábado, 18 de abril de 2020

Seminário online da Associação Catarinense de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais


 
 
Está aberta a inscrição para o seminário online da Associação Catarinense de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais - ACCR. 

Esta é uma ação da ACCR para atender demandas da área de conservação e restauro de bens culturais no Estado de Santa Catarina na época do corona vírus. 

O objetivo é realizar uma série de palestras virtuais focadas na área de conservação, restauro e ciência da conservação.

A primeira palestra será ministrada pelo Prof. Dr. Luiz Antônio Cruz Souza, professor titular e coordenador do Laboratório de Ciência da Conservação - LACICOR da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. 

Titulada “A contribuição do LACICOR – Laboratório de Ciência da Conservação no contexto brasileiro de Ciência e Tecnologia aplicadas ao Estudo e Preservação de Bens Culturais”, será ministrada no dia 23 de abril às 10h da manhã.

As inscrições podem ser feitas pelo link: http://accr.org.br/10813-2/

Uma hora antes do evento será enviado um link para ter acesso à plataforma virtual.
 

Fonte: Associação Catarinense de Bibliotecários

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Aula Aberta "A desinformação nossa de cada dia"


 
Aula aberta  "A desinformação nossa de cada dia", em parceria com Elisa Corrêa (PPGInfo) e Leonardo Ripoll (BU/UFSC), ocorrerá nesta sexta-feira às 16 horas no Youtube. 
Para os que fizerem a inscrição, há 50 vagas que podem ganhar certificado, mas o evento é aberto para todas as pessoas interessadas.

📌 Será oportunamente divulgado o link do YouTube antes do evento nas mídias sociais. Acompanhe pelo Canal do Enrique Muriel no YouTube (clique aqui).

 
 Fonte: Associação Catarinense de Bibliotecários.

terça-feira, 14 de abril de 2020

Webinar EBSCO


A EBSCO está disponibilizando diversos webinars de explorar tópicos que ajudem a encontrar as melhores práticas para transformar esta experiência numa experiência de aprendizagem que nos prepare melhor para o futuro. 
Há diversas sessões abertas nas quais convidam a participar e compartilhar com os colegas.
Segue o cronograma dos webinars:
  • 13 de abril às 10:00 Compartilhando experiências sobre aprendizado remoto e recursos eletrônicos - Francislene Andreia Hasmann - Grupo Ser Educacional  (Reproduzir gravação)
Participe e compartilhe!!
 
Fonte: Associação Catarinense de Bibliotecários (ACB)

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Mapa de Alfabetização Informacional na Iberoamérica e no Mundo



Com o mapa, é possível localizar os sítios Web de mais de 600 programas e projetos de formação de bibliotecas ou programas acadêmicos, especialmente a nível universitário, localizados em países iberoamericanos  e de todo o mundo (mais de 60 países), que estão desenvolvendo experiências de Alfabetização Informacional -ALFIN- oo que apoiam a inclusão da  ALFIN em diferentes currículos.

Os casos foram localizados, por meio de revisão de literatura e conteúdos, em distintas bases de dados, repositórios e sítios web especializados: Web of Science, Scopus, Ebsco, E-lis, RedAlyc, Scielo, Wiki ALFIN/Iberoamérica, AlfaRed, Information Literacy Weblog.

Para mais informações e navegar pelo mapa, acesse a página: http://bit.ly/9hu80u

Para contato com os organizadores, envie e-mail para: alfiniberoamerica@gmail.com

Fonte: Bibamigos. (Alejandro Uribe Tirado)

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O sonho de uma criança: uma biblioteca para todos!

Instalada no fundo na casa de Kaciane Caroline Marque, localizada no bairro Lealdade, na Zona Norte de São José do Rio Preto, a biblioteca de um cômodo foi construída em janeiro do ano passado, depois que o colégio London doou o material de construção e contratou pedreiro ajudante para tornar o sonho dela em realidade. O local ganhou decoração do programa Hora do Faro, da Record. Mesa e cadeira usadas no atendimento aos leitores, um ventilador, além de um espaço na área externa com mesinhas e cadeiras infantis trouxeram aconchego ao espaço.

Kaciane já leu mais de 500 livros e foi capaz de realizar seu sonho de disponibilizar uma biblioteca para incentivar o hábito de leitura para todos (principalmente crianças) e agora com mais de 4 mil exemplares de todos os estilos, a Kaciane Caroline, de apenas 10 anos, quer ampliar esse sonho e transformar esse gigantesco acervo em uma biblioteca funcional.

Para concretizar esse sonho, A Espaço Conhecimento criará uma biblioteca com capacidade de empréstimos, catalogação e organização de livros, mas para isso é preciso equipamentos, materiais e muita ajuda especializada. A Espaço Conhecimento vai guiar a jovem com serviços e conhecimento durante essa jornada. Mas para questões financeiras, há uma campanha para que todos possam contribuir com essa biblioteca.

Participar é muito, muito fácil. São dois passos:
Escolha o valor da sua contribuição e sua recompensa.
Escolha a forma de pagamento, boleto ou cartão de crédito (parcele em até 6x com parcela mínima de R$ 25).

Kickante é um site seguro e é um dos maiores sites de crowdfunding do mundo arrecadando fundos para causas nobres no Brasil afora e tirando muito projeto sensacional do papel.
Todo o valor arrecadado com essa campanha já tem destino!
Participe!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Lançamento do livro “Megatendências mundiais 2030 – O que entidades e personalidades internacionais pensam sobre o futuro do mundo?”

Será lançado no dia 14 de outubro em Brasília o livro  “Megatendências mundiais 2030 – O que entidades e personalidades internacionais pensam sobre o futuro do mundo?” editado pelo IPEA e escrito por profissionais que atuam e pesquisam na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Conforme descrição feita no blog Informação Estratégica por Elaine Marcial, uma das autoras, o livro apresenta um conjunto de sementes de futuro que devem moldar o contexto mundial até 2030, nas áreas de população e sociedade, geopolítica, ciência e tecnologia, economia e meio ambiente, segundo a perspectiva de entidades e personalidades de prestígio internacional.

Tem por objetivo apresentar à sociedade brasileira e, em particular, aos formuladores e executores de políticas públicas, insumos que possibilitem a reflexão sobre o futuro do Brasil e contribuir com seu processo de formulação estratégica de curto, médio e longo prazos.

Acessando e lendo um dos artigos dos autores, "Megatendências mundiais 2030: contribuições para o exercício da prospectiva no Brasil", é possível ter uma base de como o livro de desenvolve. É interessante os apontamentos dos autores que, apesar de se pautarem nos documentos norteadores, sugerem cautela e ponderam, face às intencionalidades e propósitos empregados na publicações dessas previsões pelos diversos organismos e grupos.

Por outro lado, ainda conforme as considerações dos pesquisadores, reconhecer essas intencionalidades não quer dizer que o Brasil deva fechar os olhos par ao que acontece além de suas fronteiras. Pelo contrário, é preciso saber os caminhos traçados pelas outras nações e traçar estratégias que permitam seu desenvolvimento no momento atual e prospectando em estratégias para o futuro.

Fica a sugestão do livro. Para mais informações, clique aqui.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O que falta para a Ciência da Informação de Mato Grosso do Sul?

A presença no doutorado em Ciência da Informação da UNESP, reconhecida pela sua excelência nacional e internacional, tem sido uma experiência fantástica na minha trajetória profissional e também como aprendizado de vida, além de contribuir para reflexões sobre este campo no contexto brasileiro e, especificamente, em Mato Grosso do Sul, terra onde nasci em todos os sentidos e onde mantenho minhas inquietações.

Aproveito o início de outro semestre letivo para tecer algumas reflexões que permearam e permeiam meus pensamentos, ainda que me considere um iniciante no campo científico da CI, porém, que sempre está disposto a amadurecer e aprofundar os conhecimentos apropriados.

Entendo o contexto em que se deu a construção e desenvolvimento da Ciência da Informação no Brasil e as mazelas que ela ainda tenta superar.  Sei da polarização que sempre seu deu nas mais variadas esferas no que diz respeito ao sudeste do país.

No entanto, há de se buscar a superação de alguns fatos, como a ainda insipiente inserção efetiva do centro-oeste brasileiro, com exceção de Brasília, nos debates e contribuições para o campo da CI.

No que se refere ao incipiente e ainda insipiente desenvolvimento da CI em Mato Grosso do Sul, é fundamental refletirmos sobre que ações que precisamos realizar para ver o avanço da área no Estado. Temos verificado expansões significativas e de alto nível no norte e nordeste brasileiro, tanto no âmbito da graduação quanto na pós-graduação. E nós, o que temos?

Não estou aqui me referindo à classe ou categoria profissional, enquanto bibliotecário que também sou, pois esta é só mais uma parte do todo. Estou me referindo a um contexto maior, mais amplo, pautada na interdisciplinaridade que é da natureza da CI, idéia que coaduno. Estou me referindo aos diversos segmentos que poderiam estar articulados no desenvolvimento da CI sul-mato-grossense.

Mas a questão que eu alimentava como sendo primordial para tudo isso foi confirmada nas respostas das professoras Marisa Bräscher e Lena Vania Pinheiro durante a aula inaugural do PPGCI da UNESP, ainda no primeiro semestre, sobre a mesma pergunta que ilustra o titulo deste texto. E as respostas das eminentes professoras foi a mesma: investir em formação de pesquisadores em CI no Estado.

Obviamente que existem outras frentes a se investir, como a concretizar a criação do curso em uma universidade pública, mas o ponto-chave que desencadeia todo o resto se fixa na formação de pesquisadores no âmbito da pós-graduação stricto sensu, ou seja, mestrado e doutorado em Ciência da Informação. Podem-se considerar áreas afins, sem dúvida, mas penso, num primeiro momento, até a consolidação da área, que seja, sobretudo, massivamente em Ciência da Informação.

Neste âmbito, destaco um feito importante que foi o Minter (Mestrado Interinstitucional) entre a UnB e a UNIDERP entre os anos de 2004 a 2006, momento em que se titulou 20 mestres em Ciência da Informação no Estado. Também ocorreu e ocorre a busca individual de profissionais que vão para fora do Estado realizar esta formação, a exemplo deste que vos escreve e demais desbravadores inversos, que saem do Oeste rumo ao Sudeste do país em busca dessas possibilidades.

O desafio é grande, mas nunca foi fácil, por que haveria de ser agora? Precisamos desenvolver e expandir a Ciência da Informação em Mato Grosso do Sul.