Mostrando postagens com marcador Bibliotecários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bibliotecários. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de abril de 2020

Webinar EBSCO


A EBSCO está disponibilizando diversos webinars de explorar tópicos que ajudem a encontrar as melhores práticas para transformar esta experiência numa experiência de aprendizagem que nos prepare melhor para o futuro. 
Há diversas sessões abertas nas quais convidam a participar e compartilhar com os colegas.
Segue o cronograma dos webinars:
  • 13 de abril às 10:00 - Compartilhando experiências sobre aprendizado remoto e recursos eletrônicos - Francislene Andreia Hasmann - Grupo Ser Educacional  (Reproduzir gravação)
Participe e compartilhe!!
 
Fonte: Associação Catarinense de Bibliotecários (ACB)

quarta-feira, 29 de julho de 2015

O que falta para a Ciência da Informação de Mato Grosso do Sul?

A presença no doutorado em Ciência da Informação da UNESP, reconhecida pela sua excelência nacional e internacional, tem sido uma experiência fantástica na minha trajetória profissional e também como aprendizado de vida, além de contribuir para reflexões sobre este campo no contexto brasileiro e, especificamente, em Mato Grosso do Sul, terra onde nasci em todos os sentidos e onde mantenho minhas inquietações.

Aproveito o início de outro semestre letivo para tecer algumas reflexões que permearam e permeiam meus pensamentos, ainda que me considere um iniciante no campo científico da CI, porém, que sempre está disposto a amadurecer e aprofundar os conhecimentos apropriados.

Entendo o contexto em que se deu a construção e desenvolvimento da Ciência da Informação no Brasil e as mazelas que ela ainda tenta superar.  Sei da polarização que sempre seu deu nas mais variadas esferas no que diz respeito ao sudeste do país.

No entanto, há de se buscar a superação de alguns fatos, como a ainda insipiente inserção efetiva do centro-oeste brasileiro, com exceção de Brasília, nos debates e contribuições para o campo da CI.

No que se refere ao incipiente e ainda insipiente desenvolvimento da CI em Mato Grosso do Sul, é fundamental refletirmos sobre que ações que precisamos realizar para ver o avanço da área no Estado. Temos verificado expansões significativas e de alto nível no norte e nordeste brasileiro, tanto no âmbito da graduação quanto na pós-graduação. E nós, o que temos?

Não estou aqui me referindo à classe ou categoria profissional, enquanto bibliotecário que também sou, pois esta é só mais uma parte do todo. Estou me referindo a um contexto maior, mais amplo, pautada na interdisciplinaridade que é da natureza da CI, idéia que coaduno. Estou me referindo aos diversos segmentos que poderiam estar articulados no desenvolvimento da CI sul-mato-grossense.

Mas a questão que eu alimentava como sendo primordial para tudo isso foi confirmada nas respostas das professoras Marisa Bräscher e Lena Vania Pinheiro durante a aula inaugural do PPGCI da UNESP, ainda no primeiro semestre, sobre a mesma pergunta que ilustra o titulo deste texto. E as respostas das eminentes professoras foi a mesma: investir em formação de pesquisadores em CI no Estado.

Obviamente que existem outras frentes a se investir, como a concretizar a criação do curso em uma universidade pública, mas o ponto-chave que desencadeia todo o resto se fixa na formação de pesquisadores no âmbito da pós-graduação stricto sensu, ou seja, mestrado e doutorado em Ciência da Informação. Podem-se considerar áreas afins, sem dúvida, mas penso, num primeiro momento, até a consolidação da área, que seja, sobretudo, massivamente em Ciência da Informação.

Neste âmbito, destaco um feito importante que foi o Minter (Mestrado Interinstitucional) entre a UnB e a UNIDERP entre os anos de 2004 a 2006, momento em que se titulou 20 mestres em Ciência da Informação no Estado. Também ocorreu e ocorre a busca individual de profissionais que vão para fora do Estado realizar esta formação, a exemplo deste que vos escreve e demais desbravadores inversos, que saem do Oeste rumo ao Sudeste do país em busca dessas possibilidades.

O desafio é grande, mas nunca foi fácil, por que haveria de ser agora? Precisamos desenvolver e expandir a Ciência da Informação em Mato Grosso do Sul.

terça-feira, 31 de março de 2015

Da série Depoimentos #6

Concluir pós-graduação em Gestão Escolar com ênfase em orientação e coordenação, nosso curso de graduação é pobre em ofertar disciplinas didáticas ou semelhante, pois dentro das muitas facetas que a biblioteconomia oferece uma delas é a docência, e para atuar de forma eficiente é preciso fazer especializações e dentro da área pedagógica, bem como o profissional bibliotecário escolar e universitário, lidam com alunos, acadêmicos e professores, vivem no meio acadêmico. Na Biblioteca Escolar e Universitária, o bibliotecário precisa atuar como gestor de suas práticas pedagógicas, envolver seu usuário.

Desejo que nossa classe profissional se una em um propósito e lute por ele, encontrem um caminho a trilhar e juntos tracem metas a alcançar, a união faz a força, diz o ditado. Anseio por novos desafios profissionais, são eles que nos ensinam, nos motivam a ser melhor.

Espero que a Secretaria de Educação do Estado traga os bibliotecários para dentro de suas paredes, a modelo da Semed, onde possui uma equipe de bibliotecários e juntos formulem um cronograma para capacitar os assistentes de biblioteca ou técnico, onde possui, para regularizar as bibliotecas escolares.

------
Obrigado Rosi pela colaboração!
------

A série "Depoimentos" traz os desejos e planos para 2015 dos profissionais da informação, no âmbito da Biblioteconomia, na vida pessoal e/ou na sociedade de maneira geral.

domingo, 29 de março de 2015

Da série Depoimentos #4

Neste ano estou me oportunizando alguns momentos de autoconhecimento através de leituras de livros, autorreflexão e seção de coach. Através deste processo vou buscar outras metas e traçar novos objetivos para serem alcançados. Meu objetivo é melhorar “eu”, para contribuir com o ambiente de trabalho e na família viver experiências sadias e positivas. As próximas metas pessoais são mestrado e inglês.

No trabalho planejei transformar o ambiente da biblioteca mais dinâmico promovendo orientações e roda de conversa (informal) sobre acesso e uso de bases de dados acadêmicas e tudo que envolve plágio/abnt/citações/referências, bases de dados acadêmicas de acesso livres ou pagos, que são as maiores dúvidas dos usuários.

Bom, desde 2014 venho agindo assim, e hoje posso dizer que a cada 10 empréstimos 4 usuários vem em busca de orientações sobre acesso e uso a bases de dados acadêmicas. Antes as perguntas na biblioteca eram: “Tem aquele livro verde de fisiologia?”. Hoje ainda escuto esta pergunta, porém escuto também: “Esta revista tem acesso?” “É plágio se eu fizer assim?” “Me ajuda no sumário do TCC”. “Ajuda-me encontrar mais referências sobre este assunto?”. Este último procuro ensinar as diversas possibilidades de estratégia de busca e outras bases de dados específicas para pesquisa “além do google” e além do google com pdf. Como meta é melhorar e continuar assim...

------
Obrigado Daniel pela colaboração!
------
A série "Depoimentos" traz os desejos e planos para 2015 dos profissionais da informação, no âmbito da Biblioteconomia, na vida pessoal e/ou na sociedade de maneira geral.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Da série Depoimentos #3

Para o ano de 2015 pretendo focar na preparação para a seleção e aprovação em um mestrado na área de Biblioteconomia ou Ciência da Informação, preferencialmente. Obviamente essa meta pressupõe uma intensificação nas leituras técnicas voltadas para a linha de pesquisa a qual você pretende se candidatar. Espero com isso, voltar a escrever artigos, resumos e afins, submetendo-os a eventos e congressos. E é claro, participar de ao menos um encontro na área como faço todos os anos.

A educação continuada é um caminho certo para a manutenção da motivação, das inquietações que acabam nos levando a uma melhoria nos nossos trabalhos e assim contribuindo para as reais necessidades informacionais dos usuários.

Esse é o grande objetivo deste ano. E no mais, colocar-me à disposição de parcerias e contribuições para troca de experiências, sugestões e desenvolvimento de projetos.

Espero ainda que o país saia desta crise fortalecido e citando uma frase que li dias atrás nas redes sociais e que desconheço o autor: “Tudo vai melhorar quando a maioria das pessoas de bem forem mais ousadas que as canalhas”. Em todos os lugares e em todas as esferas: no governo, na escola, na igreja, no seu condomínio, no posto de saúde e porque não dizer, até na empresa ou biblioteca onde você trabalha!

------
Obrigado Tânia pela colaboração!
------

A série "Depoimentos" traz os desejos e planos para 2015 dos profissionais da informação, no âmbito da Biblioteconomia, na vida pessoal e/ou na sociedade de maneira geral.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Da série Depoimentos

Por Joelma Aristimunha:

"Como bibliotecária gostaria de atuar efetivamente onde trabalho, mostrando à instituição que pertenço como o profissional bibliotecário pode contribuir para o desenvolvimento desta e de seus profissionais e assim também colaborar para o reconhecimento de nossa profissão."



------
Obrigado Joelma pela colaboração!
------
A série "Depoimentos" traz os desejos e planos para 2015 dos profissionais da informação, no âmbito da Biblioteconomia, na vida pessoal e/ou na sociedade de maneira geral.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Concurso da UFMS 2013: Estatística de inscritos

Saiu a lista e a estatística de inscritos para o concurso para técnico-administrativo da UFMS para este ano de 2013, cuja prova será aplicada no dia 22 de setembro.

Destacando o cargo de Bibliotecário-documentalista, tiveram 39 inscrições para 01 vaga, com lotação na cidade de Nova Andradina. Pode-se observar uma relevante diferença nos nomes inscritos na UFMS e no IFMS, conforme post anterior.

Segue link com a lista de inscritos e estatística: http://www.copeve.ufms.br/concpub2013b/

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Bibliotecário entre as 30 melhores profissões nos EUA

O The Wall Street Journal publicou a pesquisa do site de profissões CareerCast listando um ranking com 200 postos de trabalho com base no rendimento, ambiente de trabalho, estresse, esforço físico e as perspectivas de trabalho, usando dados do Departamento do Trabalho e do Censo dos EUA.
A pesquisa mostra o melhor e pior emprego dos EUA, numa equação com os itens acima citados, o que quer dizer que nem sempre o melhor emprego é o que paga mais, nem o que tem mais conforto.

A profissão de Bibliotecário ficou em 29º lugar, com uma renda anual de $ 54000 USD, o que, por mês e em reais, seria algo em torno de R$ 7560,00 reais.
Claro que os números nem sempre condizem à realidade, o que exige cautela ao analisar. Mas que é bom, isso é!!

Veja a lista completa: http://online.wsj.com/article/SB10001424052748704723104576062173458318658.html?mod=WSJ_hp_mostpop_read
Enquanto isso, no Brasil...

Fonte: The Wall Street Journal. Disponível em: http://online.wsj.com/public/resources/documents/st_BESTJOBS0104_20110105.html . Acesso em: 06 jan. 2010.

Fonte e colaboração: Celyna, em @celyna

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

PROLER 2010 em Mato Grosso do Sul


As inscrições para o XI Encontro do PROLER, realizado em Campo Grande (MS) já estão abertas. Elas serão feitas na Biblioteca Isaías Paim das 8:00h às 17:30 no valor de R$10,00 reais para o passaporte leitura.
Com a proposta mais uma vez integradora, permite o intercambio de informações entre os vários profissionais que trabalham com a leitura.

Vale a pena participar, escolhendo as várias opções de oficina disponíveis. Eu, particularmente, sempre me encantei com as edições do PROLER que pude participar, conhecer e aprender muito com os outros participantes, palestrantes, e ministrantes das oficinas.

Este ano a data do XI PROLER é de 22 a 24 de setembro.

Desde já registro meus parabéns aos organizadores pelo empenho pela realização do evento, em especial aos colegas Bibliotecários envolvidos, não só pela continuidade, mas pela qualidade na escolha dos ministrantes.

Maiores informações, segue o folder completo: Clique aqui. (http://www.unisite.ms.gov.br/unisite/controle/ShowFile.php?id=68204)

Contribuição: GPHC Fundação de Cultura de MS.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Formar bibliotecários é apontado como o grande desafio dos Estados


Por: Fernanda Monteiro
Foto: Giuliano Lopes/ ALMS
A Assembléia Legislativa, através do proponente deputado Marquinhos Trad (PMDB), deu mais um importante passo para garantir bibliotecas em todas as escolas, um acervo qualificado e profissionais capacitados. Foi realizada a Audiência Pública “Biblioteca Escolar: uma porta aberta para o conhecimento” no Plenário Deputado Julio Maia. Entre os convidados para debater o assunto, representante da Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande Denise Arakaki Takimoto, representante da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul Maria Ferreira Barrueco, presidente do Instituto de Ensino Superior Funlec/Iesf Mafuci Kadri, presidente do Conselho de Biblioteconomia da 1ª Região Arlan Morais de Lima, presidente da Associação dos Professores Bibliotecários de Mato Grosso do Sul Eunice de Lourdes Franco, bilbiotecários de todo o Estado e a palestrante e presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia Nêmora Arlindo Rodrigues.

Nêmora participou da aprovação da lei federal que obriga que, no prazo de 10 anos, todas as escolas públicas e privadas tenham uma biblioteca e pelo menos um bibliotecário. Com a obrigatoriedade sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em maio deste ano, os desafios são formar profissionais e sensibilizar os empregadores. “Por isso a importância dessa discussão. Recursos para infra-estrutura e livros existem, mas falta pessoal. No País são 175 mil escolas e apenas 30 mil bibliotecários”, expôs a palestrante.

Com a demanda surgindo, também é urgente a abertura de novos cursos. “Eles ficam concentrados na região sudeste. Por exemplo, em Mato Grosso do Sul existe apenas um curso e em escola particular”, apontou Nêmora que disse ainda que existem Estados sem nenhum curso universitário para formar bibliotecários.

Não distante dessa realidade, Mato Grosso do Sul apresenta muitos desafios como explicou a presidente da Associação dos Professores Bibliotecários do Estado Eunice de Lourdes Franco: “temos mais de 300 escolas e 100 profissionais. Sem contar a falta de estrutura e de seleção rigorosa do acervo”.

O deputado Marquinhos Trad (PMDB) fez questão de lembrar que em matéria de leis, Mato Grosso do Sul foi pioneiro, já que esta Casa aprovou projeto semelhante ao do Governo Federal e que também já solicitou ao governador do Estado a abertura de concurso público diante de um mercado tão potencial. “Não há como fazer educação sem livros”, concluiu o parlamentar.

Pelo comprometimento de todos que estiveram presentes, Mato Grosso do Sul deve ser também o primeiro Estado da federação a ter bibliotecas e profissionais qualificados em todas as escolas.

Fonte: Portal ALMS. Disponível em: . Acesso em: 18 ago. 2010.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Brasil vai precisar de pelo menos 178 mil bibliotecários até 2020

Para quem ainda não leu a respeito, segue a informação em epígrafe. (Vale a pena repetir)
----------------------------------------------------------------

Além de ter de construir 25 bibliotecas por dia, o Brasil terá de, pelo menos, formar oito vezes mais bibliotecários até 2020. Lei aprovada no fim de maio determina que toda escola precisará de um acervo administrado por especialista.

Segundo o movimento Todos pela Educação, hoje existem 21,6 mil profissionais habilitados e 200 mil escolas de educação básica. Uma conta simples mostra um abismo de, pelo menos, 178,4 mil bibliotecários.

Mas o número pode ser muito maior: poderá ser necessário haver mais de um bibliotecário por escola, e nem todo bibliotecário já habilitado trabalha em escolas.

"Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário", diz a lei aprovada por Lula.

Duas leis federais determinam que só formados em Biblioteconomia podem trabalhar como bibliotecários. Os cursos de Biblitoeconomia (SIC) duram, em geral, 4 anos e são oferecidos pelas grandes universidades públicas do país.

--------------------------------
Em Mato Grosso do Sul existe o curso de Biblioteconomia na cidade de Campo Grande. Maiores informações sobre o curso, acesse: http://www.funlec.com.br
--------------------------------

Fonte: Guia do Estudante. Disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/vestibular/noticias/brasil-vai-precisar-pelo-menos-178-mil-bibliotecarios-2020-566130.shtml

Contribuição: Daniel F. F. Spengler

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Fiscalização dos concursos na área de Biblioteconomia: boa ideia


Em uma das listas que participo recebi uma mensagem que achei interessante e quero compartilhar.

O CRB-10 entrou em contato para que os bibliotecários informem sobre os concursos da área realizados no Rio Grande do Sul a partir de 2006 e que não tenham nomeado todas as vagas previstas no edital, bem como os concursos que ofereciam vagas de "cadastro reserva", mas que não chamaram ao menos um profissional.

Achei importante e válida tal atitude de fiscalização. Ocorrem muitos concursos, e sim, tem vagas para Bibliotecário. Alguns são bem divulgados, outros nem tanto, e acabam caindo no esquecimento.

Bom seria que essa ideia fosse compartilhada e executada por todos os CRBs. Uma verdadeira “marcha” da fiscalização bibliotecária, e o peso seria maior também.
Claro, é fundamental a participação dos profissionais, grandes interessados, para a divulgação das informações.
Fica a dica!!

Só um adendo: o CRB-10 pede que, ao enviar a informação, coloque o órgão para onde destina-se a vaga e o edital em anexo.
O e-mail do CRB-10 é: crb10@terra.com.br

VISUALIZE OU FAÇA COMENTÁRIOS: CLIQUE AQUI

sábado, 30 de janeiro de 2010

A redundância da informação na web: parte 1: cadê os produtores?

Já faz algum tempo que percebo que as fontes de informação disponíveis pela web na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação (não somente) estão cada vez mais disseminando os mesmos conteúdos veiculados em outras páginas, como um “copie e cole” desenfreado. Com essa “talvez” constatação começo minha exposição.

Eu, uma potencial vítima da overdose de informação, procuro constantemente zapear na web em busca de novidades, de fatos, de conhecimentos que agreguem algo à minha formação profissional e pessoal, mas cada vez mais me deparo com uma repetição de conteúdo.

Hoje minhas fontes de informação para a vida profissional estão concentradas principalmente nos sites de Instituições de Ensino Superior que possuem o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação, órgãos de classe, lista de discussão, páginas específicas de bibliotecas, páginas relacionadas à área, e blogs. Por falar em blogs, o que seria da web sem eles? Pelo que venho observando, seria mais estática e restrita do que é.

Até certo ponto é compreensível a demora ou mesmo superficialidade na disseminação da informação pelas páginas institucionais, afinal, o trabalho no mundo real é dispendioso e menos dinâmico, além de concentrado em suas atividades específicas. Entretanto, as listas de discussão que me desculpem, mas, pelo menos as que eu participo, perderam o foco do que discutir e divulgar.

Confesso que desanimei. Ainda estou cadastrado em algumas listas, pois o clichê “a esperança é última que morre” me anima, além do que raras vezes e filtrando muito, consigo tirar proveito dos conteúdos divulgados ou abordados. Em uma das listas lembro que certa vez só teve participação efetiva quando ninguém estava mais recebendo as mensagens. Aí meu correio eletrônico “bombou” de mensagens com os dizeres “não estou recebendo as mensagens”. O fato desentocou muita gente que eu nunca tinha visto postar nada. E esse é um dos motivos da redundância da informação: poucos produtores, muitos consumidores.

Volto a frisar: Todos querem saber, mas poucos criam, inovam, e divulgam. Nem ao menos provocam, expressam, nem dizem a que vieram, não pensam sobre algo... Sei lá!! Só querem absorver e não se propõe a contribuir.
Por tal fato, as poucas novidades que surgem logo são divulgadas, divulgadas novamente, divulgadas novamente, divulgadas novamente...

Para não ser injusto, destaco: Quem dissemina está corretíssimo!!! Mesmo sendo redundante, está exercendo seu papel de agente de informação e contribuindo para a classe e para a sociedade!! Disseminar a informação, sempre!!

Mas para divulgar conteúdos novos, primeiramente eles precisam existir. Está difícil achar informações (que ironia)!! Os disseminadores, para achar algo interessante e, até certo ponto, inédito, estão em uma verdadeira “caçada” em mata densa. Ou seria deserto?

Espero, de verdade, que minhas constatações estejam equivocadas. Torço para que eu esteja navegando em páginas erradas. Espero que eu não esteja sabendo procurar corretamente. Pois se for o oposto, acho melhor nós ampliarmos logo nosso fazer, de disseminadores de informação para, também, produtores da mesma.

VISUALIZE OU FAÇA COMENTÁRIOS: CLIQUE AQUI

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ainda há esperança: a Biblioteconomia respira

Queridos leitores, principalmente os sul-mato-grossenses (será que tenho algum?), mais uma vez a Biblioteconomia de Mato Grosso do Sul chama cada um que aqui neste Estado se faz atuante. Creio que esta é a hora da mobilização incondicional de cada um que acredita na sua profissão e que não quer ficar isolado em seus locais de trabalho, empoeirando-se em meio às estantes.
O curso de Biblioteconomia do nosso Estado, reitero meu ponto de vista, é o único elo de integração efetivo da profissão e o potencial centro de educação continuada para nossa classe, mas para que ele continue a existir é preciso haver alunos em número suficiente para que mantenham o curso vivo. A tão sonhada e bem estruturada pós-graduação, diga-se de passagem, não floresceu por falta de inscritos suficientes. Vamos deixar isso acontecer na graduação??
Um curso que permite ao acadêmico conseguir estágio remunerado desde o primeiro semestre; com poucos profissionais no mercado; que empregam seus egressos tão logo saem da faculdade (desde que tenham um mínimo de disposição e interesse); que formam profissionais habilitados a desbravar o caos informacional predominante; um curso novo, mas com grandes realizações; tudo isso já se faz suficiente para divulgá-lo. Ou não?
Já houve o primeiro vestibular no mês de novembro e agora a instituição mantenedora está com o “Vestibular agendado” que permite ao candidato marcar o dia para realizar a prova. É mais uma chance àqueles que perderam a data de inscrição ou não puderam fazê-la por algum motivo.
Avisem seus amigos, colegas de trabalho, familiares, conhecidos. Divulguem, é a sua contribuição para a Biblioteconomia e sinal de que você gosta do que é: um(a) Bibliotecário(a)!!!!
Para maiores informações, acessem o site da FUNLEC:
Para solucionar dúvidas, converse com o coordenador do curso de Biblioteconomia, prof. Rodrigo Pereira:

Faça a sua parte, profissional da informação!!!

VISUALIZE OU FAÇA COMENTÁRIOS: CLIQUE AQUI

sábado, 14 de novembro de 2009

Bibliotecários de esquerda, de direita, de centro, de dentro, e de fora

Refleti alguns dias se eu deveria postar o texto que segue. Enfim... postei.
Participando dos grupos de discussão na área da biblioteconomia, ficam evidentes as numerosas características do bibliotecário brasileiro, que vai do mais revolucionário ao áspero reacionário. Não só nesses grupos, mas em todos os contextos de encontro dos profissionais da informação são observadas as características análogas ao desmembramento político do estado democrático de direito, no entanto, aqui sem conotações partidárias.
A cada nova discussão, pode-se observar que há conflitos entre aqueles bibliotecários que defendem o livre acesso à informação em suas múltiplas facetas (sem analogia ao Ranganathan), e a turma que não tolera nem mesmo o incentivo à leitura que não parta de iniciativas do Bibliotecário. Na posição central ficam os bibliotecários que tentam costurar o debate, trazendo soluções às inquietudes externadas, inclusive, os quais me simpatizo, pois as propostas sempre são coerentes e viáveis. Todas essas classes de bibliotecários compõem o grupo denominado (por mim) de “bibliotecários de dentro”, que movimentam a biblioteconomia de nossa pátria amada.
Por outro lado, temos os bibliotecários inseridos em outro grupo: “os bibliotecários de fora”. São aqueles que estão desconectados do mundo, resumindo suas atuações às unidades de informação que gerenciam. A esses bibliotecários, o contato com o mundo biblioteconômico e com o cerne da sociedade da informação se resume aos e-mails ainda recebidos por colegas insistentes, ou a visitas esporádicas por algumas páginas especializadas, porém, sem participação.
Assim, o que se tem? Bibliotecários consumidores de informação que nem ao menos assumem o papel de disseminadores de informação, quiçá produtores da mesma. São os profissionais “bibliotecários de fora” que não se posicionam em suas percepções, nem de esquerda, nem de direita, nem de centro. Apenas “de fora”.
Não entro no mérito da questão referente à atuação nas unidades de informação, afinal, é para gerenciá-las que eles são designados (e pagos). O que questiono é ausência de muitos colegas que não procuram interagir com seus pares. Qual motivo para tanta omissão?
O convite é sempre feito, falta apenas a interação. Acreditem, cada opinião é válida, cada comentário é pertinente, cada participação é enriquecedora. O que se precisa cada vez mais é de uma Biblioteconomia unida, integrada, dinâmica, que só o diálogo possibilita. Aos “bibliotecários de dentro”, continuem a interagir. Aos “bibliotecários de fora”, entrem e participem. Todos agradecem!!

VISUALIZE OU FAÇA COMENTÁRIOS: CLIQUE AQUI

sábado, 3 de outubro de 2009

As estrelas da Biblioteconomia de Mato Grosso do Sul

O Guia do Estudante reconheceu recentemente a qualidade do curso de Biblioteconomia de Mato Grosso do Sul, através de sua mantenedora, o Instituto de Ensino Superior da Funlec, e atribuiu-lhe “3 estrelas” como indicativo de que o curso cada vez mais está ganhando notoriedade, e melhor que isso, crescendo ao longo dos anos.
À primeira vista parece não ser tão vertiginoso esse desenvolvimento, afinal, há outras instituições que receberam mais estrelas. Entretanto, em uma análise mais aprofundada, pode-se notar que os contextos entre tais instituições e o IESF são diferentes, bem como o curso em questão.
O curso de Biblioteconomia do IESF, único curso de Biblioteconomia no Estado de Mato Grosso do Sul, teve sua primeira turma formada em 2006, perfazendo um total exato de 100 bacharelados no Estado até o presente momento, segundo dados da coordenação do curso de Biblioteconomia do IESF.
Isso sugere que a biblioteconomia sul-mato-grossense teve um amadurecimento em 3 anos, caminhando quando deveria engatinhar, se for levada em conta sua idade.
Nessa perspectiva, o mérito das 3 estrelas da Biblioteconomia se multiplicam em centenas de outras estrelas que formam a classe bibliotecária de Mato Grosso do Sul. Mesclam-se com profissionais de outros estados, que vem contribuir com seus conhecimentos, aprimorando as teorias e práticas dos que aqui atuam.
De professores do curso a profissionais em unidades de informação, que possibilitam diariamente o reconhecimento profissional por parte da sociedade, ainda com a imagem ultrapassada do profissional da informação e de sua “utilidade”.
Houve muitas conquistas ao longo do tempo, e em minha opinião, toda a área biblioteconômica no Estado está em um momento singular, que deve ser aproveitado. O reconhecimento está existindo, e precisamos conquistar mais vitórias. Paralelo a isso, existem desafios, que precisam ser superados, e que espero que sejam vencidos sim.
Por isso, esse breve texto é pra dizer: Parabéns a todos os bibliotecários que buscam possibilitar o acesso à informação para o povo de Mato Grosso do Sul. As verdadeiras estrelas são vocês!!!

Contribuição: Prof. Rodrigo Pereira

sábado, 22 de agosto de 2009

Mas pega fogo... Coloco lenha então!!!

Queridos leitores, não estranhem o título desta postagem. Ela é apenas oriunda da empolgação que me “acometeu” nosso colega Rosalvio, cujo manifesto sobre o “Curso de Especialização à distância em Gestão de Bibliotecas Escolares” na UFSC para bibliotecários e professores deu “pano pra manga”. A quem ainda não teve acesso ao texto, queira solicitar através de comentário que encaminho, e tirem suas próprias conclusões.
O motivo para tanto alvoroço na classe, que começou em Santa Catarina e se espalhou pelo Brasil, foi o fato de tratar do antigo conflito entre bibliotecários e professores em bibliotecas escolares. Além disso, também se observa a presença de um assunto já discutido nesse espaço, a desregulamentação da profissão.
Sem ater à minha opinião, deixo aqui fragmentos de palavras acaloradas do prof. Dr. Francisco Chagas de Souza, e também do colega Rosalvio, a respeito do curso de especialização, através do grupo de discussão que participo.
Após Rosalvio se colocar totalmente contra o fato de o curso de especialização aceitar professores, através de manifesto enviado por e-mail, Francisco emitiu um texto na lista de discussão da ACB, cujos fragmentos seguem:
[...] E esses esforços devem ser feitos de modo a que direitos conquistados pela sociedade e pelas profissões sejam preservados e que novos benefícios possam vir a ser conquistados para ambas as partes. Esse é o horizonte do Curso em questão. Assim, por quaisquer ângulos que se
queira ver: social, educacional, econômico, político ou jurídico, o Curso de Especialização a distância - Gestão de Bibliotecas Escolares É LEGAL.
De acordo com suas atribuições dadas legalmente, cabe a UFSC capacitar pessoas nas condições que suas fontes de financiamento assegure e, por ser uma Instituição pública seu ensino deve ser gratuito! O Curso é Gratuito!
Dentre os níveis de ensino possíveis a UFSC oferece a pós-graduação lato sensu. O Curso é de Pós-graduação! A quase totalidade das bibliotecas escolares em Santa Catarina não dispõe de bibliotecários graduados em nível superior. Mas aquelas que dispõe desses profissionais podem estimulá-los ao aperfeiçoamento. As escolas que não contam com a atuação de bibliotecários graduados em nível superior em sua biblioteca, mas se professores, podem estimular esses professores a participar do Curso desde que tenha o nível superior. O Curso vai pós-graduá-los e não profissionalizá-los. E indiretamente vai estimular as escolas a colocar nas suas bibliotecas bibliotecários graduados em nível superior, pois que o custo salarial do professor tende a ser igual ou maior que o do bibliotecário. Esse aspecto deve ser considerado!
[...]
Assim, haverá ilegalidade cometida pelo CRB se ele registrar como bibliotecários pessoas que não apresentem diploma de graduação em biblioteconomia, mas apenas de PÓS; haverá ilegalidade cometida pelo CRB se ele fechar os olhos para atuação, como bibliotecários, de professores com ou sem diploma de PÓS; haverá ilegalidade cometida pelo CRB se ele registrar e deixar de cobrar as anuidades dos profissionais de biblioteconomia.
[...]
Assim, não há base legal para se arguir a ilegalidade de funcionamento do Curso de Especialização a distância - Gestão de Bibliotecas Escolares/UFSC.
Att.
Prof. Francisco das Chagas de Souza, Dr.”

Diante do texto, Rosalvio fez suas considerações:
“[...]
Creio que todos poderão tirar suas conclusões depois da leitura. Mas coloco aqui alguns questionamentos:
1- Dá para acreditar que depois de fazer, o curso onde os professores irão aprender matérias específicas da atuação profissional do bibliotecário, esses professores não irão aplicar esses conhecimentos nas bibliotecas de suas escolas?
2- Dá pra acreditar que o curso "indiretamente vai estimular as escolas a colocar nas suas bibliotecas bibliotecários graduados em nível superior, pois que o custo salarial do professor tende a ser igual ou maior que o do bibliotecário"?
3- É de se esperar que uma escola seja "ingênua" a ponto de acreditar que a legislação que rege a profissão de bibliotecário seja suficiente para impedir o exercício ilegal da profissão?
4- É eticamente aceitável (já que legalmente é permitido) que uma escola produza pós-graduados capacitados para certas tarefas e coloque nos CRBs a responsabilidade de "impedí-los" de realizá-las?
5- Qual é o propósito de um curso desses se não é para os egressos atuarem em bibliotecas?
6- Os professores do curso irão esclarecer os pós-graduandos de que não poderão atuar em bibliotecas?
7- Pra que gastar dinheiro público para ensinar conhecimentos que por lei não poderão ser aplicados, exceto no caso do pós-graduado ser bibliotecário?
[...]
Vou dizer no que acredito depois de um curso desses:
- Dentro de pouco tempo teremos professores de escola dando de dedo na cara de bibliotecários se dizendo mais capacitados para o exercício da profissão.
A bem da verdade isso já acontece, mesmo sem o curso.
A UFSC/PGCIN pode estar agindo legalmente. Mas nem tudo que é legal é também moral e ético.
ACORDEM BIBLIOTECÁRIOS!!!
Ter uma profissão é tão importante que, quando se pergunta a alguém sobre o quê, ou quem ela é, sempre responde com o nome de sua profissão.
[...]
Rosalvio”

Diante do exposto, fica aberto à considerações.
A quem ainda desconhece o currículo do curso em questão, favor acessar o site da UFSC, na página do Departamento de Ciência da Informação ((http://www.cin.ufsc.br/ead.php ), para se interar do assunto.
O debate ainda está quente, e parece que inflamará mais. Quem precisar... tem lenha...

VISUALIZE OU FAÇA COMENTÁRIOS: CLIQUE AQUI

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Desregulamentação das profissões: e a Biblioteconomia?

Quando dei nova dinâmica a este blog, prometi a mim mesmo que iria estipular uma periodicidade em minhas postagens, determinada por, pelo menos, uma semana para atualizações. Determinei também que iria postar atualizações aos sábados, para facilitar a leitura daqueles que acessam este espaço.
Entretanto, vendo que a discussão sobre um novo tema se desenrola na postagem anterior, sobre o CBBD, me senti motivado a escrever e publicar antecipadamente um texto pertinente ao assunto. Coincidentemente, a própria discussão sobre o tema a ser abordado também se desenrolou no Congresso, em reunião com a ABECIN. Enfim, aqui se fará o espaço de discussão e debates “apimentados”, e assim espero que seja.
A discussão em questão se refere à “desregulamentação das profissões”, debate que envolve uma imensa quantidade de profissionais, inclusive bibliotecários, e que dará uma reviravolta no mercado de trabalho, caso se concretize. O fato é que o “agito” já começou, só quem está dormindo pesado é que não ouviu o barulho.
Sua evolução pode até assustar, devido à aparente formulação in continenti de seus pressupostos ideológicos e legais, mas não é bem assim. O debate não é novo e provavelmente não terá fim tão logo, embora decisões isoladas possam aquecer ainda mais a construção efetiva da idéia. Decisões como o parecer do ministro Gilmar Mendes, presidente do Superior Tribunal Federal, e sua declaração sobre o futuro das profissões, em especial, naquela ocasião, da profissão de jornalista. Tudo isso pareceu abalar o pensamento dos “inexoráveis” conselhos de classe, sindicatos, federações e afins, que já se reúnem para medidas de proteção.
Muitos defendem a extinção da exigência de curso superior para atuação em determinadas profissões, e que o diploma não representa, e eu concordo, o conhecimento que o indivíduo possui sobre alguma área. Sabe-se que o diploma não é a garantia de empregabilidade, e sim o conhecimento adquirido pelo profissional ao longo de sua formação, que não cessa na graduação.
No entanto, abrir mão de uma seleção prévia de profissionais é transformar o mercado em um caos profissional, analogia ao nosso “caos informacional”, indubitável em sua existência. Acaba por permitir que pessoas envoltas em silogismos erísticos sobre suas competências e habilidades assumam o lugar dos profissionais realmente capacitados para a função.
Não é uma questão de atender somente às demandas empresariais, mas de dar à sociedade um profissional qualificado em suas atividades técnicas, científicas e, sem dúvida alguma, sociais.
O “autoritarismo brasileiro” citado por alguns defensores da desregulamentação das profissões, ao mencionarem a inexistência de regulamentação em países do continente americano e europeu, “evoluídos” em seus pensamentos, fixa um descrédito nesse que é o modelo viável à garantia de trabalho aos profissionais em seus vários filões do mercado, que é o modelo brasileiro.
As bandeiras da liberdade e da democracia não podem ser o arrimo para permitir que qualquer pessoa se dirija como o profissional almejado, desde um rábula no lugar de advogados, ou uma “tiazinha” no lugar de bibliotecários. Claro que excessos devem ser verificados e combatidos como, em minha opinião, o exame da Ordem dos Advogados do Brasil, que se coloca totalmente contrário a liberdade do exercício da profissão em um Estado democrático de direito; e o oportunismo de uma elite escondida atrás do sindicalismo altamente corporativista.
Nesse contexto todo, a Biblioteconomia também precisa se posicionar, e seus profissionais devem dialogar sobre a situação, se colocar, seja a favor ou contra a desregulamentação profissional, para que não sejam pegos de surpresa quando o estopim vier, se é que ainda não veio. Quem acha que está seguro em suas bibliotecas, arquivos ou outros locais deve repensar sua posição.
Para finalizar e abrir a contribuições dos pares, expresso uma colocação que pode parecer que vem de encontro a muito do que eu disse, mas destaco que nós, bibliotecários, devemos em primeiro lugar, buscar a verdadeira auto-regulamentação, que é traduzida pelo conhecimento e reconhecimento da sociedade, ao ver nossa profissão como imprescindível meio de mudança e desenvolvimento, o que não ocorre nos dias atuais. Mas enquanto isso, mantenha-se a regulamentação.
Aberto a considerações.
Clique aqui para fazer um comentário.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

CBBD 2009 - Muita informação

Aos que participaram do CBBD 2009 na cidade de Bonito-MS, tenho certeza que não conseguiram publicar ou escrever sobre o evento em poucas linhas.
O que foi visto no evento não tem como ser resumido, e sim "alongado", com uma conversa que daria até o próximo CBBD.
Aos amantes da Biblioteconomia e afins, estar em contato com profissinais, pesquisadores, trabalhos e experiências de todos os cantos do país e do exterior faz com que não queiramos ir embora nunca mais.
Mas temos que ir. Afinal, esses novos conhecimentos precisam ser explicitados em nosso locais de trabalho, nas instituições das quais fazemos parte.
Lembrar sempre da informação a ser disseminada e da construção do conhecimento.
Educação continuada, novas práticas, tudo deve ser revisto e pensado.
Houve até motivação para postar neste meu blog deixado às moscas, mas nada como um Congresso de tal magnitude para levantar os ânimos.

Que venham os próximos eventos!!
Palavras que não resumem, mas introduzem aquilo que foi o evento marcado em todos nós, profissionais da informação.