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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Ávido leitor de rua: Morador de rua ganha a vida vendendo livros na África do Sul


Foto: @philanibooks.dladla/Facebook 
Se há alguém que pode provar que não se deve julgar um livro pela capa, essa pessoa é o sul-africano Philani Dladla, 24 anos, um morador de rua que chama atenção pelo jeito pouco convencional de conseguir dinheiro: vendendo livros. Em vez de pedir esmola, Dadla comenta com pedestres sobre livros, autores e publicações que leu para convencê-los a comprar as obras que vende e conseguir algum trocado para sobreviver.

Descoberto pelo cineasta sul-africano Tebogo Malope, 29 anos, que o encontrou em 2013 nas ruas de Joanesburgo, na África do Sul, Dlada logo ganhou o apelido de “ávido leitor de rua”. Malope pediu a ele que desse uma entrevista gravada sobre sua vida. Dlada logo começou a falar sobre sua paixão por livros e a influência positiva que eles exercem sobre seus leitores. 

Desde então, o vídeo foi visto por mais de 52 mil pessoas e o “ávido leitor de rua” ganhou popularidade internacional, atraindo diversos pedestres interessados nas conversas sobre literatura. Os livros são vendidos aos adultos, mas as crianças podem leva-los gratuitamente. “Eles ainda podem transformar a leitura em um hábito de vida diário”, disse ele em sua entrevista. “Ler não prejudica ninguém. Não existe conhecimento que possa fazer mal. A leitura só vai fazer de você uma pessoa melhor.”

Ao invés de pedir esmola, Dadla comenta com pedestres sobre livros, autores e publicações que leu para convencê-los a comprar as obras e conseguir algum trocado para sobreviver. Os livros de Dladla são todos provenientes de doações e tendo lido todos os livros de sua coleção atual, está sempre procurando algo novo para ler. “Muitas pessoas passam por mim e me olham como se eu não existisse, mas muitas outras me veem exatamente pelo que eu sou – um distribuidor de conhecimento e felicidade”, contou ele.

Para Philani Dladla, o amor que ele sente pelos livros vai muito além de curtir uma boa leitura – mergulhar em diversas histórias o salvou do vício das drogas. Agora ele quer que a sua paixão por livros também atinja as pessoas com quem ele encontra diariamente. “Você não precisa ser rico para mudar o mundo. Comece com o pouco que você tem. Se você inspirar uma única pessoa, você já vai ter mudado o mundo”, postou em sua página do Facebook.
  
Na descrição do vídeo que disponibilizou no YouTube, Malope conta que encontrou Dladla perambulando pelas ruas com sua extensa biblioteca de livros, oferecendo resenhas e comentários a qualquer um que passasse. “Ele é um grande modelo no poder da leitura e pode ser um embaixador incrível para os nossos jovens.”

Links dos vídeos de Dladla no Youtube:


Contribuição: Marlene Zanin.



quarta-feira, 6 de agosto de 2014

E-books dão mais dinheiro que livros físicos nos EUA


Fonte: Olhar Digital
Os livros digitais não só deixaram os físicos para trás, nos Estados Unidos, como também já dão mais dinheiro.

Um estudo divulgado pela BookStats estima que as vendas online e os e-books geraram receita de US$ 7,54 bilhões no país ao longo de 2013, enquanto as vendas em lojas físicas ficaram em US$ 7,12 bilhões.

O Engagdet, que divulgou os números, ressalta que embora não seja uma diferença grande, ela deixa claro que os americanos estão mais dispostos a comprar livros sem precisar vê-los pessoalmente.

As vendas de formatos digitais subiram 10% entre 2012 e 2013, quando se comercializaram 512,7 milhões de cópias.

Fonte: Olhar Digital. Disponível em: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/42828/42828. Acesso em: 06 ago. 2014.


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Encontro Regional do Livro e Leitura de Mato Grosso do Sul

A cidade de Bonito sediará o Encontro Regional do Livro e Leitura de Mato Grosso do Sul, que integra o programa “O Livro e a Leitura nos Estados e Municípios”, lançado pelos Ministérios da Educação e da Cultura, pelo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), e pelo Instituto Pró-Livro, para fomentar a criação dos Planos Estaduais e Municipais do Livro e Leitura.

O evento acontecerá no Centro de Convenções de Bonito, local onde foi realizado o XXIII CBBD no ano passado (2009). A programação começa a partir de hoje (7), e continua nos dias 8 e 9.
No dia 7, às 19 horas,será a abertura do evento com a presença do governador André Puccinelli, do presidente da Editora Abril, Roberto Civita, e do presidente da Abril Educação, Mauro Calliari.

O encontro prossegue nos dias 8 e 9, com palestras, fórum e oficinas de trabalho para dirigentes municipais; gestores de bibliotecas e técnicos das secretarias de Educação e Cultura e diretores e coordenadores das escolas públicas estaduais de Mato Grosso do Sul.

No dia 8 haverá duas palestras: "O papel das escolas e dos gestores de educação e cultura nas políticas públicas do livro e leitura", proferida por Galeno Amorim, consultor da Abril Educação, e "A leitura no coração da escola", apresentada por Marisa Lajolo, curadora das atividades de livro e leitura.

Assim como Bonito, mais três cidades brasileiras com apelo turístico realizarão encontros regionais este ano – Florianópolis (SC), Búzios (RJ) e Tiradentes (MG) – e uma delas deverá ser escolhida para sediar esse futuro evento permanente de abrangência nacional.

Para mais informações sobre o evento em Bonito, clique aqui.

Fonte: MS em Letras

sábado, 9 de janeiro de 2010

Audiolivros e e-books: opções de acesso ao conhecimento


Olá Amigos!!

Espero que todos tenham comemorado bastante nos festejos de fim de ano e que 2010 seja maravilhoso e produtivo.

Iniciando os trabalhos neste ano trago um texto leve sobre as opções ora trabalhadas pelas companhias ligadas aos livros. Trata-se dos audiolivros e e-books, produtos que contribuem para diminuir as lacunas entre indivíduo e leitura.

Os audiolivros vem resgatar a oralidade perdida da contação de histórias, outrora praticada nas famílias e que não deveriam ter se perdido ao longo dos anos. Agora, com roupagem moderna, essa opção de leitura ajuda aqueles que não têm tempo de sentar e apreciar um livro tradicional, ou mesmo tornam-se opção para quem perde tempo nas grandes cidades.

Os audiolivros ganharam também novas opções de armazenamento, graças ao dinamismo das mídias, que vai do mp3, mp4, mp..., celulares, etc. O livro ganhou praticidade e tem a possibilidade de dividir espaços com outros afazeres. Para as pessoas consideradas multitarefas, por exemplo, limpar casa ao mesmo tempo em que lê, ou melhor, ouve os romances de nossa literatura vira hábito absolutamente normal e possível.

Na mesma onda estão os e-books, os livros eletrônicos, cujo foco ainda se mantém mais no suporte do que propriamente nas opções de conteúdo. A cada dia sai um novo e-reader, leitor de livros eletrônicos, e nos últimos meses, tornou-se um verdadeiro laboratório. Por enquanto o que se tem mesmo é a tela do computador, e o cansaço da visão após horas lendo um e-book. Nada definitivo e que valha a pena investir, nem mesmo o badalado Kindle da Amazon.

Particularmente, não coloco tanta expectativa nos e-books. Aposto nos audiolivros. Os audiolivros estão ganhando notoriedade, abraçados pelas empresas que investem no produto através de narradores famosos, celebridades como autores, jornalistas e atores. As opções de aquisição também são mais práticas e baratas, e a variedade de títulos e língua portuguesa também é um enorme diferencial.

A torcida é para que tanto e-books quanto audiolivros se fixem como opções. Afinal, o suporte não é tão importante como o conteúdo. O importante é disseminar a cultura de conhecimento ao maior número de pessoas, seja pela visão ou audição.

Aguardemos os próximos capítulos...

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sábado, 21 de novembro de 2009

Publicação de livros sem burocracia e o acesso a informação

Surge e procura fixar uma opção para o livre acesso à informação. No site “Publique seu livro” existe a possibilidade de publicar sua(s) obra(s) sem precisar passar pela maratona para conseguir o aval de uma editora, principalmente para que não é um escritor conhecido.
Claro que nem tudo é perfeito, pois a parte de divulgação necessita do total e isolado empenho do autor, mas o sistema é interessante. Após cadastro gratuito no site, o autor envia a obra escrita em arquivo PDF, já com toda a diagramação, pronto para ser impresso. Coloca o preço da obra, sua parte em direitos autorais por exemplar, e o preço final do livro para o consumidor. Pronto, seu livro já está à disposição na “vitrine” virtual.
Quando algum interessado se interessar e decidir comprar seu livro, a empresa encaminha apenas o exemplar solicitado para que seja impresso, conforme pedido do cliente. Assim, evitam-se gastos desnecessários com tiragem de exemplares. Como dito anteriormente, o autor fica responsável pela divulgação, mas pelo menos já vence a parte de publicação.
Logicamente existem opiniões divergentes sobre o assunto, o que é natural, mas é inegável que o processo se torna um meio alternativo de disseminação da informação, respeitando a propriedade intelectual do autor, e minimizando o tempo entre a conclusão da obra e de sua publicação.
Veremos no que vai dar...
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