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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Biblioteca sem livros em papel nos EUA

Prédio principal da Universidade Politécnica da Flórida; a nova biblioteca foi inaugurada sem livros em papel (Foto: Reuters/Divulgação/Universidade Politécnica da Flórida)

A Universidade Politécnica da Flórida, nos Estados Unidos, foi inaugurada na cidade de Lakeland prometendo abordagens inovadoras no ensino e na pesquisa em ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Uma dessas inovações é a biblioteca, que foi aberta com um acervo de 135 mil livros, mas nenhum deles impressos no papel. Todos estão em formato digital.

"É uma decisão corajosa avançar sem livros", disse à agência de notícias Reuters Kathryn Miller, a diretoria de bibliotecas da nova instituição. A ideia por trás dessa decisão é refletir a priorização pela alta tecnologia que permeia toda a missão da "Florida Poly", como a universidade é chamada nos Estados Unidos.

Os 135 mil e-books podem ser acessados pelos estudantes pelo tablet ou notebook pessoais. O local, assim como o resto do campus, é equipado com internet sem fio. Além dos títulos já disponíveis, a instituição tem um orçamento de US$ 60 mil (cerca de R$ 140 mil) para comprar livros digitais por meio de softwares, para que os alunos possam lê-los uma vez gratuitamente. Com o segundo clique, a universidade compra o e-book. "Em vez de o bibliotecário colocar livros que eu acharia relevantes na estante, os estudantes é que estão escolhendo", disse Kathryn.

Já que não têm mais a função de carregar e guardar os livros físicos, os bibliotecários contratados pela universidade têm como principal tarefa orientar os leitores a aprender a gerenciar os materiais digitais.
A nova biblioteca, porém, não é 100% sem papel, segundo a Reuters. Alunos podem levar livros para estudar no local e emprestar livros em papel das outras 11 universidades estaduais da Flórida.



sábado, 9 de janeiro de 2010

Audiolivros e e-books: opções de acesso ao conhecimento


Olá Amigos!!

Espero que todos tenham comemorado bastante nos festejos de fim de ano e que 2010 seja maravilhoso e produtivo.

Iniciando os trabalhos neste ano trago um texto leve sobre as opções ora trabalhadas pelas companhias ligadas aos livros. Trata-se dos audiolivros e e-books, produtos que contribuem para diminuir as lacunas entre indivíduo e leitura.

Os audiolivros vem resgatar a oralidade perdida da contação de histórias, outrora praticada nas famílias e que não deveriam ter se perdido ao longo dos anos. Agora, com roupagem moderna, essa opção de leitura ajuda aqueles que não têm tempo de sentar e apreciar um livro tradicional, ou mesmo tornam-se opção para quem perde tempo nas grandes cidades.

Os audiolivros ganharam também novas opções de armazenamento, graças ao dinamismo das mídias, que vai do mp3, mp4, mp..., celulares, etc. O livro ganhou praticidade e tem a possibilidade de dividir espaços com outros afazeres. Para as pessoas consideradas multitarefas, por exemplo, limpar casa ao mesmo tempo em que lê, ou melhor, ouve os romances de nossa literatura vira hábito absolutamente normal e possível.

Na mesma onda estão os e-books, os livros eletrônicos, cujo foco ainda se mantém mais no suporte do que propriamente nas opções de conteúdo. A cada dia sai um novo e-reader, leitor de livros eletrônicos, e nos últimos meses, tornou-se um verdadeiro laboratório. Por enquanto o que se tem mesmo é a tela do computador, e o cansaço da visão após horas lendo um e-book. Nada definitivo e que valha a pena investir, nem mesmo o badalado Kindle da Amazon.

Particularmente, não coloco tanta expectativa nos e-books. Aposto nos audiolivros. Os audiolivros estão ganhando notoriedade, abraçados pelas empresas que investem no produto através de narradores famosos, celebridades como autores, jornalistas e atores. As opções de aquisição também são mais práticas e baratas, e a variedade de títulos e língua portuguesa também é um enorme diferencial.

A torcida é para que tanto e-books quanto audiolivros se fixem como opções. Afinal, o suporte não é tão importante como o conteúdo. O importante é disseminar a cultura de conhecimento ao maior número de pessoas, seja pela visão ou audição.

Aguardemos os próximos capítulos...

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