Por uma série de coincidências (ou não), divulgo a poesia abaixo, encontrada no Overmundo.
Na Biblioteca - Poesia brotava em gôtas de minha cabeça...
Por Rangel Castilho
Na biblioteca,
entre romances e sonetos,
em meio a ensaios e dicionários,
achei um menino.
deveres de casa,
uma grande aventura
desfolhando livros,
devorando páginas
nas asas da leitura.
tão imerso
em cada silaba
em cada verso
não percebi
o tempo passar.
Quando saí, não era o mesmo.
E antes que eu esqueça:
poesia brotava em gôtas de minha cabeça...
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sábado, 23 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Aos BIbliotecários escolares
Texto do blog "Bibliotequices e afins"
O ano de 2010 inicia-se com ótimas notícias para o meio biblioteconômico. Estamos sempre reclamando que nada acontece em nosso meio. No entanto, a oportunidade que se apresenta, não dá para deixar passar em branco. Em especial, aos bibliotecários escolares que sempre permaneceram à deriva de tudo que acontece, essa é a chance:

ORIGEM
O Fundo foi criado em 2009 com a finalidade de aumentar as oportunidades para que jovens bibliotecários(as) brasileiros(as) possam participar ativamente de fóruns internacionais sobre biblioteca escolar, especialmente da International Association of School Librarianship (IASL).
OBJETIVO
O Fundo consiste em um prêmio para possibilitar que jovens bibliotecários (as), que trabalhem e vivam no Brasil, e que sejam interessados em bibliotecas escolares e sua função educativa, participem de congressos da International Association of School Librarianship – IASL. Este bibliotecário (a) deverá ter 40 anos ou menos. A participação permitirá que essa pessoa atualize seus conhecimentos e habilidades e possa construir uma rede de pessoas e organizações interessadas na biblioteca escolar.
Quem pode se candidatar
Tanto indivíduos quanto instituições podem se candidatar.
ASPECTOS FINANCEIROS
O prêmio inclui:
· Pagamento de duas anuidades como membro da IASL;
· Despesas de viagem para participar do Congresso da IASL 2010 ( 27/09/2010 a 02/10/2010 em Brisbane, Australia);
· Despesas com passaporte e visto;
· Seguro de viagem;
· Despesas para acomodação e alimentação.
ADMINISTRAÇÃO
O Fundo é administrado pela ‘Stichting Het Da Vinci Huis’, com sede na Holanda. Uma comissão formada por três membros, presidida pelo Diretor Regional da IASL para a América Latina/Caribe selecionará o candidato a ser indicado ao prêmio. O Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe será a pessoa de contato entre o vencedor e a Stichting Het Da Vinci Huis.
SELEÇÃO
A seleção dos candidatos será feita por um júri formado por três profissionais: o Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe, um professor universitário que atue na área de biblioteca escolar e o presidente de uma entidade que reúna bibliotecas escolares. Para 2010 o júri será formado por:
- Katharina B. L. Berg - Diretora Regional da IASL para a América Latina e Caribe;
- Profa. Dra. Bernadete Campello (UFMG - Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar)
- Eliane Fioravante Garcez (Coordenador - Grupo de Bibiotecários da Área Escolar de Santa Catarina - GBAE/SC)
INSCRIÇÕES
Os candidatos deverão enviar sua inscrição ao prêmio e toda a documentação requerida para o Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe (kberg@midiateca.com.br)
Na inscrição o candidato deverá incluir:
- Currículo vitae;
- uma breve descrição da escola e da biblioteca escolar onde trabalha;
- os motivos que o levam a se candidatar ao prêmio;
- o nome de um dos membros da escola onde trabalha para contato;
Deve enviar também uma explanação sobre os benefícios em potencial que o prêmio pode trazer caso seja escolhido.
As inscrições podem ser feitas por correio ou eletronicamente. O formulário de inscrição está disponível em: http://albertkb.nl/pageID_8620835.html
O prazo final para a inscrição ao Prêmio é 1º de maio.
outros requisitos
O vencedor deverá fazer uma pequena apresentação (cerca de 10 minutos) durante a Conferência da IASL e escrever um relato para ser publicado em uma revista de circulação nacional/internacional.
Fonte e contribuição: Bibliotequices e afins.
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O ano de 2010 inicia-se com ótimas notícias para o meio biblioteconômico. Estamos sempre reclamando que nada acontece em nosso meio. No entanto, a oportunidade que se apresenta, não dá para deixar passar em branco. Em especial, aos bibliotecários escolares que sempre permaneceram à deriva de tudo que acontece, essa é a chance:

ORIGEM
O Fundo foi criado em 2009 com a finalidade de aumentar as oportunidades para que jovens bibliotecários(as) brasileiros(as) possam participar ativamente de fóruns internacionais sobre biblioteca escolar, especialmente da International Association of School Librarianship (IASL).
OBJETIVO
O Fundo consiste em um prêmio para possibilitar que jovens bibliotecários (as), que trabalhem e vivam no Brasil, e que sejam interessados em bibliotecas escolares e sua função educativa, participem de congressos da International Association of School Librarianship – IASL. Este bibliotecário (a) deverá ter 40 anos ou menos. A participação permitirá que essa pessoa atualize seus conhecimentos e habilidades e possa construir uma rede de pessoas e organizações interessadas na biblioteca escolar.
Quem pode se candidatar
Tanto indivíduos quanto instituições podem se candidatar.
ASPECTOS FINANCEIROS
O prêmio inclui:
· Pagamento de duas anuidades como membro da IASL;
· Despesas de viagem para participar do Congresso da IASL 2010 ( 27/09/2010 a 02/10/2010 em Brisbane, Australia);
· Despesas com passaporte e visto;
· Seguro de viagem;
· Despesas para acomodação e alimentação.
ADMINISTRAÇÃO
O Fundo é administrado pela ‘Stichting Het Da Vinci Huis’, com sede na Holanda. Uma comissão formada por três membros, presidida pelo Diretor Regional da IASL para a América Latina/Caribe selecionará o candidato a ser indicado ao prêmio. O Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe será a pessoa de contato entre o vencedor e a Stichting Het Da Vinci Huis.
SELEÇÃO
A seleção dos candidatos será feita por um júri formado por três profissionais: o Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe, um professor universitário que atue na área de biblioteca escolar e o presidente de uma entidade que reúna bibliotecas escolares. Para 2010 o júri será formado por:
- Katharina B. L. Berg - Diretora Regional da IASL para a América Latina e Caribe;
- Profa. Dra. Bernadete Campello (UFMG - Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar)
- Eliane Fioravante Garcez (Coordenador - Grupo de Bibiotecários da Área Escolar de Santa Catarina - GBAE/SC)
INSCRIÇÕES
Os candidatos deverão enviar sua inscrição ao prêmio e toda a documentação requerida para o Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe (kberg@midiateca.com.br)
Na inscrição o candidato deverá incluir:
- Currículo vitae;
- uma breve descrição da escola e da biblioteca escolar onde trabalha;
- os motivos que o levam a se candidatar ao prêmio;
- o nome de um dos membros da escola onde trabalha para contato;
Deve enviar também uma explanação sobre os benefícios em potencial que o prêmio pode trazer caso seja escolhido.
As inscrições podem ser feitas por correio ou eletronicamente. O formulário de inscrição está disponível em: http://albertkb.nl/pageID_8620835.html
O prazo final para a inscrição ao Prêmio é 1º de maio.
outros requisitos
O vencedor deverá fazer uma pequena apresentação (cerca de 10 minutos) durante a Conferência da IASL e escrever um relato para ser publicado em uma revista de circulação nacional/internacional.
Fonte e contribuição: Bibliotequices e afins.
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sábado, 9 de janeiro de 2010
Audiolivros e e-books: opções de acesso ao conhecimento
Olá Amigos!!
Espero que todos tenham comemorado bastante nos festejos de fim de ano e que 2010 seja maravilhoso e produtivo.
Iniciando os trabalhos neste ano trago um texto leve sobre as opções ora trabalhadas pelas companhias ligadas aos livros. Trata-se dos audiolivros e e-books, produtos que contribuem para diminuir as lacunas entre indivíduo e leitura.
Os audiolivros vem resgatar a oralidade perdida da contação de histórias, outrora praticada nas famílias e que não deveriam ter se perdido ao longo dos anos. Agora, com roupagem moderna, essa opção de leitura ajuda aqueles que não têm tempo de sentar e apreciar um livro tradicional, ou mesmo tornam-se opção para quem perde tempo nas grandes cidades.
Os audiolivros ganharam também novas opções de armazenamento, graças ao dinamismo das mídias, que vai do mp3, mp4, mp..., celulares, etc. O livro ganhou praticidade e tem a possibilidade de dividir espaços com outros afazeres. Para as pessoas consideradas multitarefas, por exemplo, limpar casa ao mesmo tempo em que lê, ou melhor, ouve os romances de nossa literatura vira hábito absolutamente normal e possível.
Na mesma onda estão os e-books, os livros eletrônicos, cujo foco ainda se mantém mais no suporte do que propriamente nas opções de conteúdo. A cada dia sai um novo e-reader, leitor de livros eletrônicos, e nos últimos meses, tornou-se um verdadeiro laboratório. Por enquanto o que se tem mesmo é a tela do computador, e o cansaço da visão após horas lendo um e-book. Nada definitivo e que valha a pena investir, nem mesmo o badalado Kindle da Amazon.
Particularmente, não coloco tanta expectativa nos e-books. Aposto nos audiolivros. Os audiolivros estão ganhando notoriedade, abraçados pelas empresas que investem no produto através de narradores famosos, celebridades como autores, jornalistas e atores. As opções de aquisição também são mais práticas e baratas, e a variedade de títulos e língua portuguesa também é um enorme diferencial.
A torcida é para que tanto e-books quanto audiolivros se fixem como opções. Afinal, o suporte não é tão importante como o conteúdo. O importante é disseminar a cultura de conhecimento ao maior número de pessoas, seja pela visão ou audição.
Aguardemos os próximos capítulos...
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
RECESSO
sábado, 12 de dezembro de 2009
Causos e casos na biblioteca: fatos sem explicação (?!)
Desde o começo de minhas postagens mantive a esfera de abordagem de uma maneira ampla sobre a Biblioteconomia, sem me prender ao espaço físico da biblioteca. Pois bem, considerando o encerramento de mais um ano letivo, nesta postagem comentarei alguns fatos que acontecem nas bibliotecas e, acredito, aconteceu muito nas bibliotecas pelo mundo afora. Nem Freud explica, mas me ajudem a entender.
Primeiramente, algo que não me sai do pensamento: por que o usuário sempre escolhe sentar no lugar (às vezes no único lugar) onde a lâmpada está desligada? É inacreditável!!! Como eles escolhem aquele lugarzinho escuro para ler, que não estimula ninguém em sã consciência a ficar lá?
Também tem o famoso celular que, embora inúmeros pedidos e avisos, insistem em tocar dentro da biblioteca. Mas esse não é o grande problema. O problema é o individuo atender o celular e não ter o desconfiômetro de se retirar. Sem contar aqueles que falam tão alto que nem precisam usar o telefone para chamadas locais, pois a outra pessoa consegue ouvi-lo, de tão alto que fala.
Outro fenômeno comportamental: jogue o lixo no lixo! Frase simples, mensagem direta, às vezes se torna até clichê. Entretanto, toda vez que se passa pelas mesas, cabines individuais, salas de estudo em grupo, e cyber (no meu caso), encontra-se de todo tipo de lixo. De “errorex” à “Jontex”!! (sem exageros). Mas o detalhe é a quantidade de lixeira disponível e distribuída pelo ambiente. Atrevo-me a dizer que no meu caso tem mais lixeira que lixo. E mesmo assim insistem em jogar no chão ou deixar sobre a mesa!!
Tem também um fenômeno incrível: a data de devolução. “Era para devolver quando??” é o que se houve nos balcões. E o atendente muito educado responde: “Olhe no final do livro onde está escrito ‘devolver em’... “, ou então” lembra daquele comprovante que te entreguei, pois é, a data está nele”.
Ai!! Lembrei!! A incrível situação que me lembra um loja. O indivíduo chega ao balcão de atendimento, no caso do acervo fechado, e pede: “Você tem introdução à administração?”. Resposta: “Temos”. Ele aumenta: “Pega também pra mim o manual de C++”. O atendente pega o livrinho fino. E pra fechar a cota (hoje ele está bonzinho): “Pega aquele livro azul, grande, de 2400 páginas”. O atendente, muito prestativo e desenvolvendo sua função na sexta-feira fim do expediente, pega o livro causador de bursite. No final, o usuário diz: “Ah! Não vou levar nenhum, pega só um dicionário para eu consultar aqui mesmo”. Segura o atendente, por favor...
Fatos, casos, causos. O que me consola é não estar sozinho nessa!! Ah! Disso eu tenho certeza!!
Como solucionar esses fenômenos “para anormais” que assombram as bibliotecas? Eis a dúvida que não cala (a boca).
Quem tem outros fatos, caso e causos vivenciados, observados ou que escutou do antigo funcionário, fique à vontade para contar, exceto fatos mais, como direi, “censuráveis”, que devem se manter ocultos... Ou para contar nos eventos da área.
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Primeiramente, algo que não me sai do pensamento: por que o usuário sempre escolhe sentar no lugar (às vezes no único lugar) onde a lâmpada está desligada? É inacreditável!!! Como eles escolhem aquele lugarzinho escuro para ler, que não estimula ninguém em sã consciência a ficar lá?
Também tem o famoso celular que, embora inúmeros pedidos e avisos, insistem em tocar dentro da biblioteca. Mas esse não é o grande problema. O problema é o individuo atender o celular e não ter o desconfiômetro de se retirar. Sem contar aqueles que falam tão alto que nem precisam usar o telefone para chamadas locais, pois a outra pessoa consegue ouvi-lo, de tão alto que fala.
Outro fenômeno comportamental: jogue o lixo no lixo! Frase simples, mensagem direta, às vezes se torna até clichê. Entretanto, toda vez que se passa pelas mesas, cabines individuais, salas de estudo em grupo, e cyber (no meu caso), encontra-se de todo tipo de lixo. De “errorex” à “Jontex”!! (sem exageros). Mas o detalhe é a quantidade de lixeira disponível e distribuída pelo ambiente. Atrevo-me a dizer que no meu caso tem mais lixeira que lixo. E mesmo assim insistem em jogar no chão ou deixar sobre a mesa!!
Tem também um fenômeno incrível: a data de devolução. “Era para devolver quando??” é o que se houve nos balcões. E o atendente muito educado responde: “Olhe no final do livro onde está escrito ‘devolver em’... “, ou então” lembra daquele comprovante que te entreguei, pois é, a data está nele”.
Ai!! Lembrei!! A incrível situação que me lembra um loja. O indivíduo chega ao balcão de atendimento, no caso do acervo fechado, e pede: “Você tem introdução à administração?”. Resposta: “Temos”. Ele aumenta: “Pega também pra mim o manual de C++”. O atendente pega o livrinho fino. E pra fechar a cota (hoje ele está bonzinho): “Pega aquele livro azul, grande, de 2400 páginas”. O atendente, muito prestativo e desenvolvendo sua função na sexta-feira fim do expediente, pega o livro causador de bursite. No final, o usuário diz: “Ah! Não vou levar nenhum, pega só um dicionário para eu consultar aqui mesmo”. Segura o atendente, por favor...
Fatos, casos, causos. O que me consola é não estar sozinho nessa!! Ah! Disso eu tenho certeza!!
Como solucionar esses fenômenos “para anormais” que assombram as bibliotecas? Eis a dúvida que não cala (a boca).
Quem tem outros fatos, caso e causos vivenciados, observados ou que escutou do antigo funcionário, fique à vontade para contar, exceto fatos mais, como direi, “censuráveis”, que devem se manter ocultos... Ou para contar nos eventos da área.
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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Ainda há esperança: a Biblioteconomia respira
Queridos leitores, principalmente os sul-mato-grossenses (será que tenho algum?), mais uma vez a Biblioteconomia de Mato Grosso do Sul chama cada um que aqui neste Estado se faz atuante. Creio que esta é a hora da mobilização incondicional de cada um que acredita na sua profissão e que não quer ficar isolado em seus locais de trabalho, empoeirando-se em meio às estantes.
O curso de Biblioteconomia do nosso Estado, reitero meu ponto de vista, é o único elo de integração efetivo da profissão e o potencial centro de educação continuada para nossa classe, mas para que ele continue a existir é preciso haver alunos em número suficiente para que mantenham o curso vivo. A tão sonhada e bem estruturada pós-graduação, diga-se de passagem, não floresceu por falta de inscritos suficientes. Vamos deixar isso acontecer na graduação??
Um curso que permite ao acadêmico conseguir estágio remunerado desde o primeiro semestre; com poucos profissionais no mercado; que empregam seus egressos tão logo saem da faculdade (desde que tenham um mínimo de disposição e interesse); que formam profissionais habilitados a desbravar o caos informacional predominante; um curso novo, mas com grandes realizações; tudo isso já se faz suficiente para divulgá-lo. Ou não?
Já houve o primeiro vestibular no mês de novembro e agora a instituição mantenedora está com o “Vestibular agendado” que permite ao candidato marcar o dia para realizar a prova. É mais uma chance àqueles que perderam a data de inscrição ou não puderam fazê-la por algum motivo.
Avisem seus amigos, colegas de trabalho, familiares, conhecidos. Divulguem, é a sua contribuição para a Biblioteconomia e sinal de que você gosta do que é: um(a) Bibliotecário(a)!!!!
Para maiores informações, acessem o site da FUNLEC:
Para solucionar dúvidas, converse com o coordenador do curso de Biblioteconomia, prof. Rodrigo Pereira:
Faça a sua parte, profissional da informação!!!
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O curso de Biblioteconomia do nosso Estado, reitero meu ponto de vista, é o único elo de integração efetivo da profissão e o potencial centro de educação continuada para nossa classe, mas para que ele continue a existir é preciso haver alunos em número suficiente para que mantenham o curso vivo. A tão sonhada e bem estruturada pós-graduação, diga-se de passagem, não floresceu por falta de inscritos suficientes. Vamos deixar isso acontecer na graduação??
Um curso que permite ao acadêmico conseguir estágio remunerado desde o primeiro semestre; com poucos profissionais no mercado; que empregam seus egressos tão logo saem da faculdade (desde que tenham um mínimo de disposição e interesse); que formam profissionais habilitados a desbravar o caos informacional predominante; um curso novo, mas com grandes realizações; tudo isso já se faz suficiente para divulgá-lo. Ou não?
Já houve o primeiro vestibular no mês de novembro e agora a instituição mantenedora está com o “Vestibular agendado” que permite ao candidato marcar o dia para realizar a prova. É mais uma chance àqueles que perderam a data de inscrição ou não puderam fazê-la por algum motivo.
Avisem seus amigos, colegas de trabalho, familiares, conhecidos. Divulguem, é a sua contribuição para a Biblioteconomia e sinal de que você gosta do que é: um(a) Bibliotecário(a)!!!!
Para maiores informações, acessem o site da FUNLEC:
Para solucionar dúvidas, converse com o coordenador do curso de Biblioteconomia, prof. Rodrigo Pereira:
Faça a sua parte, profissional da informação!!!
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sábado, 28 de novembro de 2009
Um pouco de Ética faz bem
Me desculpem se o texto é extenso, mas creio ser pertinente a abordagem, não só no âmbito da Biblioteconomia, mas em todas as esferas da nossa vida, enquanto seres sociais.
O tema “Ética” está cotidianamente sendo mencionada no mundo do trabalho e se fixando como premissa fundamental para o bom desenvolvimento das atividades que cercam o meio ao qual os indivíduos estão inseridos. Porém, o assunto se faz pertinente, mais do que nunca, para que a sociedade como um todo resgate seus princípios regentes da boa conduta. Para compreender a importância do assunto, faz-se necessário entender seus fundamentos.
A palavra Ética vem do termo “Ethos” que designa a ciência que busca elucidar questões relacionadas ao modo de ser, caráter, costume dos indivíduos. Tem também laços com a filosofia grega, que a define como “morada do homem”. Em linhas gerais, a Ética permeia os costumes e virtudes do ser humano e sua conduta em relação à coletividade e ao próprio ser.
Os fundamentos essenciais, aceitos pelos estudiosos, ficam concentrados em duas linhas: A primeira está fundamentada na conduta do ser humano, e este passa a ser o eixo norteador, pensando-se sempre em seu favor. A segunda linha ressalta a conduta do ser e seu comprometimento com o as outras pessoas do ambiente em que vive.
O fato de buscar o equilíbrio entre a coletividade e a subjetividade (individualidade) é o que faz da Ética um assunto a ser pensado com muito cuidado, pois a conduta do ser deve estar pautada na compreensão do bem diretamente relacionada ao seu bem-estar e ao bem-estar dos outros indivíduos.
A prática do bem e da justiça requer dos indivíduos o respeito às Leis que regem a sociedade e a preocupação que cada um tem em segui-las. Saber como agir em relação aos outros pode ser considerada a indagação principal que os indivíduos precisam entender.
Os fundamentos da Ética oriundos de Sócrates retratam que o bem, através da prática das virtudes, é decorrência do saber que o indivíduo possui. Segundo ele, a maldade é resultado da ignorância, e esta pode ser combatida através da apropriação de conhecimento.
Ao reportar a Aristóteles, observa-se que o pensador trata a prática do bem como caminho da felicidade e por isso deve ser praticada como ideal, e com o uso da racionalidade. Enfatiza a necessidade de materializar, através de ações, a conduta virtuosa como forma de alcançar sua plenitude.
No que se refere a Platão, percebe-se que ele buscou na “Ética das virtudes” as funções da alma, onde cada parte da alma está ligada a uma virtude e a uma função especial, como por exemplo, a inteligência ligada à sabedoria.
No que tange a Ética epicurista, defende-se que o que importa é a felicidade através do prazer e é isso que se deve buscar. Epicuro traz uma ética centrada no indivíduo, e que este deve ser o objeto de busca do bem. Considerada uma idéia egoísta e individualista, a Ética epicurista preocupa-se com o bem-estar e com a virtude do próprio ser.
Contrariamente à Ética epicurista, a Ética estóica preconiza a abolição dos afetos e prazeres, destacando a virtude por meio da razão. Segundo esse pensamento, o ser humano não precisa dos afetos, pois a própria virtude já basta para completar sua existência, e que os afetos prejudicam o correto andamento da conduta ética.
A partir das idéias iniciais que fundamentam a Ética, muitos pensadores buscaram, de acordo com suas vivências e percepções, compreender a questão ética partindo da investigação da vida do ser humano, permitindo assim a evolução das concepções que outrora se fixaram. Destacam Bérgson, Scheler, Hartmann e Wagner. Outros, investigando a Ética da conduta humana, podem ser citados por suas contribuições, como: Kant, Hobbes, Locke etc.
Ao considerar o exposto, infere-se que a Ética e suas premissas precisam ser inseridas como regentes da conduta humana e se fixar nos indivíduos como norteadora de suas ações, fazendo com que a balança entre individual e coletivo possa ser equilibrada tendo como peso a prática do bem e da justiça.
Assim, os fundamentos da Ética contribuem para o contínuo desenvolvimento da sociedade, e garante o bem-estar de todos, desde que todos a internalizem e a pratiquem, inserindo-a em seu cotidiano.
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O tema “Ética” está cotidianamente sendo mencionada no mundo do trabalho e se fixando como premissa fundamental para o bom desenvolvimento das atividades que cercam o meio ao qual os indivíduos estão inseridos. Porém, o assunto se faz pertinente, mais do que nunca, para que a sociedade como um todo resgate seus princípios regentes da boa conduta. Para compreender a importância do assunto, faz-se necessário entender seus fundamentos.
A palavra Ética vem do termo “Ethos” que designa a ciência que busca elucidar questões relacionadas ao modo de ser, caráter, costume dos indivíduos. Tem também laços com a filosofia grega, que a define como “morada do homem”. Em linhas gerais, a Ética permeia os costumes e virtudes do ser humano e sua conduta em relação à coletividade e ao próprio ser.
Os fundamentos essenciais, aceitos pelos estudiosos, ficam concentrados em duas linhas: A primeira está fundamentada na conduta do ser humano, e este passa a ser o eixo norteador, pensando-se sempre em seu favor. A segunda linha ressalta a conduta do ser e seu comprometimento com o as outras pessoas do ambiente em que vive.
O fato de buscar o equilíbrio entre a coletividade e a subjetividade (individualidade) é o que faz da Ética um assunto a ser pensado com muito cuidado, pois a conduta do ser deve estar pautada na compreensão do bem diretamente relacionada ao seu bem-estar e ao bem-estar dos outros indivíduos.
A prática do bem e da justiça requer dos indivíduos o respeito às Leis que regem a sociedade e a preocupação que cada um tem em segui-las. Saber como agir em relação aos outros pode ser considerada a indagação principal que os indivíduos precisam entender.
Os fundamentos da Ética oriundos de Sócrates retratam que o bem, através da prática das virtudes, é decorrência do saber que o indivíduo possui. Segundo ele, a maldade é resultado da ignorância, e esta pode ser combatida através da apropriação de conhecimento.
Ao reportar a Aristóteles, observa-se que o pensador trata a prática do bem como caminho da felicidade e por isso deve ser praticada como ideal, e com o uso da racionalidade. Enfatiza a necessidade de materializar, através de ações, a conduta virtuosa como forma de alcançar sua plenitude.
No que se refere a Platão, percebe-se que ele buscou na “Ética das virtudes” as funções da alma, onde cada parte da alma está ligada a uma virtude e a uma função especial, como por exemplo, a inteligência ligada à sabedoria.
No que tange a Ética epicurista, defende-se que o que importa é a felicidade através do prazer e é isso que se deve buscar. Epicuro traz uma ética centrada no indivíduo, e que este deve ser o objeto de busca do bem. Considerada uma idéia egoísta e individualista, a Ética epicurista preocupa-se com o bem-estar e com a virtude do próprio ser.
Contrariamente à Ética epicurista, a Ética estóica preconiza a abolição dos afetos e prazeres, destacando a virtude por meio da razão. Segundo esse pensamento, o ser humano não precisa dos afetos, pois a própria virtude já basta para completar sua existência, e que os afetos prejudicam o correto andamento da conduta ética.
A partir das idéias iniciais que fundamentam a Ética, muitos pensadores buscaram, de acordo com suas vivências e percepções, compreender a questão ética partindo da investigação da vida do ser humano, permitindo assim a evolução das concepções que outrora se fixaram. Destacam Bérgson, Scheler, Hartmann e Wagner. Outros, investigando a Ética da conduta humana, podem ser citados por suas contribuições, como: Kant, Hobbes, Locke etc.
Ao considerar o exposto, infere-se que a Ética e suas premissas precisam ser inseridas como regentes da conduta humana e se fixar nos indivíduos como norteadora de suas ações, fazendo com que a balança entre individual e coletivo possa ser equilibrada tendo como peso a prática do bem e da justiça.
Assim, os fundamentos da Ética contribuem para o contínuo desenvolvimento da sociedade, e garante o bem-estar de todos, desde que todos a internalizem e a pratiquem, inserindo-a em seu cotidiano.
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