Surge e procura fixar uma opção para o livre acesso à informação. No site “Publique seu livro” existe a possibilidade de publicar sua(s) obra(s) sem precisar passar pela maratona para conseguir o aval de uma editora, principalmente para que não é um escritor conhecido.
Claro que nem tudo é perfeito, pois a parte de divulgação necessita do total e isolado empenho do autor, mas o sistema é interessante. Após cadastro gratuito no site, o autor envia a obra escrita em arquivo PDF, já com toda a diagramação, pronto para ser impresso. Coloca o preço da obra, sua parte em direitos autorais por exemplar, e o preço final do livro para o consumidor. Pronto, seu livro já está à disposição na “vitrine” virtual.
Quando algum interessado se interessar e decidir comprar seu livro, a empresa encaminha apenas o exemplar solicitado para que seja impresso, conforme pedido do cliente. Assim, evitam-se gastos desnecessários com tiragem de exemplares. Como dito anteriormente, o autor fica responsável pela divulgação, mas pelo menos já vence a parte de publicação.
Logicamente existem opiniões divergentes sobre o assunto, o que é natural, mas é inegável que o processo se torna um meio alternativo de disseminação da informação, respeitando a propriedade intelectual do autor, e minimizando o tempo entre a conclusão da obra e de sua publicação.
Veremos no que vai dar...
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sábado, 21 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
Bibliotecários de esquerda, de direita, de centro, de dentro, e de fora
Refleti alguns dias se eu deveria postar o texto que segue. Enfim... postei.
Participando dos grupos de discussão na área da biblioteconomia, ficam evidentes as numerosas características do bibliotecário brasileiro, que vai do mais revolucionário ao áspero reacionário. Não só nesses grupos, mas em todos os contextos de encontro dos profissionais da informação são observadas as características análogas ao desmembramento político do estado democrático de direito, no entanto, aqui sem conotações partidárias.
A cada nova discussão, pode-se observar que há conflitos entre aqueles bibliotecários que defendem o livre acesso à informação em suas múltiplas facetas (sem analogia ao Ranganathan), e a turma que não tolera nem mesmo o incentivo à leitura que não parta de iniciativas do Bibliotecário. Na posição central ficam os bibliotecários que tentam costurar o debate, trazendo soluções às inquietudes externadas, inclusive, os quais me simpatizo, pois as propostas sempre são coerentes e viáveis. Todas essas classes de bibliotecários compõem o grupo denominado (por mim) de “bibliotecários de dentro”, que movimentam a biblioteconomia de nossa pátria amada.
Por outro lado, temos os bibliotecários inseridos em outro grupo: “os bibliotecários de fora”. São aqueles que estão desconectados do mundo, resumindo suas atuações às unidades de informação que gerenciam. A esses bibliotecários, o contato com o mundo biblioteconômico e com o cerne da sociedade da informação se resume aos e-mails ainda recebidos por colegas insistentes, ou a visitas esporádicas por algumas páginas especializadas, porém, sem participação.
Assim, o que se tem? Bibliotecários consumidores de informação que nem ao menos assumem o papel de disseminadores de informação, quiçá produtores da mesma. São os profissionais “bibliotecários de fora” que não se posicionam em suas percepções, nem de esquerda, nem de direita, nem de centro. Apenas “de fora”.
Não entro no mérito da questão referente à atuação nas unidades de informação, afinal, é para gerenciá-las que eles são designados (e pagos). O que questiono é ausência de muitos colegas que não procuram interagir com seus pares. Qual motivo para tanta omissão?
O convite é sempre feito, falta apenas a interação. Acreditem, cada opinião é válida, cada comentário é pertinente, cada participação é enriquecedora. O que se precisa cada vez mais é de uma Biblioteconomia unida, integrada, dinâmica, que só o diálogo possibilita. Aos “bibliotecários de dentro”, continuem a interagir. Aos “bibliotecários de fora”, entrem e participem. Todos agradecem!!
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Participando dos grupos de discussão na área da biblioteconomia, ficam evidentes as numerosas características do bibliotecário brasileiro, que vai do mais revolucionário ao áspero reacionário. Não só nesses grupos, mas em todos os contextos de encontro dos profissionais da informação são observadas as características análogas ao desmembramento político do estado democrático de direito, no entanto, aqui sem conotações partidárias.
A cada nova discussão, pode-se observar que há conflitos entre aqueles bibliotecários que defendem o livre acesso à informação em suas múltiplas facetas (sem analogia ao Ranganathan), e a turma que não tolera nem mesmo o incentivo à leitura que não parta de iniciativas do Bibliotecário. Na posição central ficam os bibliotecários que tentam costurar o debate, trazendo soluções às inquietudes externadas, inclusive, os quais me simpatizo, pois as propostas sempre são coerentes e viáveis. Todas essas classes de bibliotecários compõem o grupo denominado (por mim) de “bibliotecários de dentro”, que movimentam a biblioteconomia de nossa pátria amada.
Por outro lado, temos os bibliotecários inseridos em outro grupo: “os bibliotecários de fora”. São aqueles que estão desconectados do mundo, resumindo suas atuações às unidades de informação que gerenciam. A esses bibliotecários, o contato com o mundo biblioteconômico e com o cerne da sociedade da informação se resume aos e-mails ainda recebidos por colegas insistentes, ou a visitas esporádicas por algumas páginas especializadas, porém, sem participação.
Assim, o que se tem? Bibliotecários consumidores de informação que nem ao menos assumem o papel de disseminadores de informação, quiçá produtores da mesma. São os profissionais “bibliotecários de fora” que não se posicionam em suas percepções, nem de esquerda, nem de direita, nem de centro. Apenas “de fora”.
Não entro no mérito da questão referente à atuação nas unidades de informação, afinal, é para gerenciá-las que eles são designados (e pagos). O que questiono é ausência de muitos colegas que não procuram interagir com seus pares. Qual motivo para tanta omissão?
O convite é sempre feito, falta apenas a interação. Acreditem, cada opinião é válida, cada comentário é pertinente, cada participação é enriquecedora. O que se precisa cada vez mais é de uma Biblioteconomia unida, integrada, dinâmica, que só o diálogo possibilita. Aos “bibliotecários de dentro”, continuem a interagir. Aos “bibliotecários de fora”, entrem e participem. Todos agradecem!!
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
BIBLIOTECONOMIA DO MS: VESTIBULAR
Mais uma vez, ao editar este que é o meu “post” principal, sinto uma mistura de satisfação, por tudo o que tem sido feito em Mato Grosso do Sul, especificamente, em Campo Grande, nossa capital, em torno da Biblioteconomia e, ao mesmo tempo “revolta” e temor por perceber, que a cada vestibular para o nosso curso, a história se repete! Não há dúvida que o mercado para àqueles que querem, de fato, atuar na área, é promissor e instigante… Cada vez mais a área de expande e os profissionas bibliotecários diversificam sua atuação e contribuição social. Todavia, isso, ainda, não tem se refletido em nosso curso. Estamos na iminência de um novo vestibular, nos foi imposto um grande desafio, conseguir 40 novos alunos para o curso de Biblioteconomia. Sabemos que circustancialmente isso não é tarefa fácil, mas nunca foi fácil, temos permanecidos pela nossa insistência e teimosia, e assim continuaremos! Assim sendo, peço-lhes, a todos os frequentadores do meu Blog, que nos ajudem a realizar um grande movimento em torno desse vestibular que acontecerá no próximo dia 21 de novembro, sábado, às 14 horas no IESF. Divulguem essa informação, se cada um de nós iniciarmos um grande movimento em nossos ambientes de atuação social e profissional, não tenho dúvidas que venceremos mais esse desafio!
Divulguem essa idéia!!! VESTIBULAR PARA O CURSO DE BIBLIOTECONOMIA 2009 – DIA 21/11, SÁBADO, ÀS 14 HORAS NO IESF!
Visitem este endereço: http://www.ofaj.com.br/mercados_conteudo.php?cod=0&sub=1
Abraços a todos! Continuo acreditando na Biblioteconomia, e sobretudo naqueles que a justifica!!!
Fonte: Prof. Rodrigo Pereira. Disponível em: http://rodrigopereiracg.wordpress.com/
---------------------------------
Para maiores informações sobre o vestibular, visite o site: http://www.funlec.com.br/Default.aspx?tabid=81&ItemId=720
Informações sobre o curso de Biblioteconomia do MS, visite a página: http://www.funlec.com.br/EnsinoSuperiorIESF/CursodeBiblioteconomia/tabid/70/Default.aspx
Divulguem essa idéia!!! VESTIBULAR PARA O CURSO DE BIBLIOTECONOMIA 2009 – DIA 21/11, SÁBADO, ÀS 14 HORAS NO IESF!
Visitem este endereço: http://www.ofaj.com.br/mercados_conteudo.php?cod=0&sub=1
Abraços a todos! Continuo acreditando na Biblioteconomia, e sobretudo naqueles que a justifica!!!
Fonte: Prof. Rodrigo Pereira. Disponível em: http://rodrigopereiracg.wordpress.com/
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Para maiores informações sobre o vestibular, visite o site: http://www.funlec.com.br/Default.aspx?tabid=81&ItemId=720
Informações sobre o curso de Biblioteconomia do MS, visite a página: http://www.funlec.com.br/EnsinoSuperiorIESF/CursodeBiblioteconomia/tabid/70/Default.aspx
sábado, 24 de outubro de 2009
Assimetria de informação no setor de energia elétrica: vale a pena ver de novo?
Parece até filme repetido, ou melhor, novela repetida. Os fatos sobre a energia elétrica e os valores cobrados a maior pela concessionária de energia novamente se colocam em evidência na mídia. Porém, o que se vê é um total desconhecimento do que ocorre nesse ambiente, principalmente por aqueles que procuram defender a população, a maior prejudicada.
O que aconteceu no Estado de Mato Grosso do Sul serviu de exemplo para todo o Brasil, mostrando que a falta de informação, aqui tratada como a assimetria de informação no ambiente regulado, pode onerar substancialmente os consumidores desse serviço público. Mas o exemplo parece não ser seguido pelos outros estados, como foi observado nas falas do superintendente do PROCON-SP, que mostrou total falta de conhecimento sobre como agir nesse cenário, apenas alardeando a notória realidade.
Obviamente que a culpa não é dele, afinal, conhecer e entender o ambiente regulado não é nada fácil, sobretudo se as regras do jogo são dadas, mas não controladas efetivamente pela ANEEL, que deveria ser o “árbitro” imparcial. Ter acesso às informações e fazer sua eficaz gestão também se torna complicado, tendo em vista a gama de variáveis envolvidas.
O que se vê é novamente uma discussão a ser desencadeada, mas que nem de longe mostra resultados concretos, a tomar como exemplo a CPI instaurada, e que mexe, ou tenta mexer, no órgão máximo da escala federal. Doce ilusão.
Mato Grosso do Sul foi o pioneiro, após outras tentativas, em forçar respostas por parte da agência reguladora, bem como da própria concessionária, e que teve como conseqüência a devolução dos valores cobrados a maior dos consumidores do Estado. Porém, o diferencial dessa batalha que ainda não acabou foi que a assimetria de informação esteve minimizada, em minha opinião, pela primeira vez. O conhecimento sobre o ambiente regulado passou a fazer parte dos membros do Conselho de Consumidores de Energia, os quais procuraram, por meio de consultoria, obter conhecimento necessário para questionar a concessionária e a própria ANEEL, tanto na questão econômica, jurídica, quanto na própria regra do jogo.
Não prolongarei a conversa , até porque discuti muito desse cenário em minha pesquisa, porém indago: Por que os outros estados não usam o exemplo de Mato Grosso do Sul e seguem nessa linha de trabalho? Por que voltar no começo, correndo o risco de se perder no caminho? Para que “inventar a roda” novamente? Esse povo gosta de novela.
Acompanharemos os novos capítulos, e veremos o que a assimetria de informação é capaz de fazer. Enquanto isso, todos continuam a pagar suas contas de energia, sem saber realmente o porquê de tais valores.
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O que aconteceu no Estado de Mato Grosso do Sul serviu de exemplo para todo o Brasil, mostrando que a falta de informação, aqui tratada como a assimetria de informação no ambiente regulado, pode onerar substancialmente os consumidores desse serviço público. Mas o exemplo parece não ser seguido pelos outros estados, como foi observado nas falas do superintendente do PROCON-SP, que mostrou total falta de conhecimento sobre como agir nesse cenário, apenas alardeando a notória realidade.
Obviamente que a culpa não é dele, afinal, conhecer e entender o ambiente regulado não é nada fácil, sobretudo se as regras do jogo são dadas, mas não controladas efetivamente pela ANEEL, que deveria ser o “árbitro” imparcial. Ter acesso às informações e fazer sua eficaz gestão também se torna complicado, tendo em vista a gama de variáveis envolvidas.
O que se vê é novamente uma discussão a ser desencadeada, mas que nem de longe mostra resultados concretos, a tomar como exemplo a CPI instaurada, e que mexe, ou tenta mexer, no órgão máximo da escala federal. Doce ilusão.
Mato Grosso do Sul foi o pioneiro, após outras tentativas, em forçar respostas por parte da agência reguladora, bem como da própria concessionária, e que teve como conseqüência a devolução dos valores cobrados a maior dos consumidores do Estado. Porém, o diferencial dessa batalha que ainda não acabou foi que a assimetria de informação esteve minimizada, em minha opinião, pela primeira vez. O conhecimento sobre o ambiente regulado passou a fazer parte dos membros do Conselho de Consumidores de Energia, os quais procuraram, por meio de consultoria, obter conhecimento necessário para questionar a concessionária e a própria ANEEL, tanto na questão econômica, jurídica, quanto na própria regra do jogo.
Não prolongarei a conversa , até porque discuti muito desse cenário em minha pesquisa, porém indago: Por que os outros estados não usam o exemplo de Mato Grosso do Sul e seguem nessa linha de trabalho? Por que voltar no começo, correndo o risco de se perder no caminho? Para que “inventar a roda” novamente? Esse povo gosta de novela.
Acompanharemos os novos capítulos, e veremos o que a assimetria de informação é capaz de fazer. Enquanto isso, todos continuam a pagar suas contas de energia, sem saber realmente o porquê de tais valores.
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sábado, 17 de outubro de 2009
Breve relato: o Bibliotecário e a fronteira
Confesso que os últimos dias foram agitados, tudo decorrente de, digamos, uma nova experiência fronteiriça. Posso dizer que a dois meses estou vivenciando e dando maior importância à interação entre as diversas culturas, bem como, os benefícios de buscar o diálogo além das fronteiras existentes, e não me limito somente a fronteira geográfica, espacial.
Tive e estou tendo o privilégio, por exemplo, de conversar com uma bibliotecária cubana, Yadira, que vem contribuindo muito para meu crescimento. Destaco aqui meus agradecimentos às suas contribuições. Uma experiência nova para mim, em meus poucos anos de vida.
Ao mesmo tempo, participei essa semana da seleção do Mestrado da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, cuja discussão gira em torno justamente sobre as interações e possibilidades em uma região de fronteira, em seus múltiplos vieses de abordagem.
Eu, enquanto bibliotecário, e agora atuando em uma região fronteiriça, limitrofe Brasil-Bolivia, começo a enxergar as riquezas desse intercâmbio, o que outrora não era possível. Fatores como cultura, idioma, economia, dependendo da situação, podem limitar a troca de informações, mas ao vencer essas barreras, certamente os resultados serão imensamente positivos.
Por isso é necessário que possamos permitir a nós mesmos nos aventurar ao novo, ao desconhecido. Muitas surpresas maravilhosas teremos. Estou tendo as minhas.
Encerro por aqui, mas saliento que haverão muitas outras discussões sobre o profissional da informação na fronteira, principalmente o ano que vem. Aguardem...
A quem viveu ou vive essa experiência, fique à vontade para comentar.
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Tive e estou tendo o privilégio, por exemplo, de conversar com uma bibliotecária cubana, Yadira, que vem contribuindo muito para meu crescimento. Destaco aqui meus agradecimentos às suas contribuições. Uma experiência nova para mim, em meus poucos anos de vida.
Ao mesmo tempo, participei essa semana da seleção do Mestrado da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, cuja discussão gira em torno justamente sobre as interações e possibilidades em uma região de fronteira, em seus múltiplos vieses de abordagem.
Eu, enquanto bibliotecário, e agora atuando em uma região fronteiriça, limitrofe Brasil-Bolivia, começo a enxergar as riquezas desse intercâmbio, o que outrora não era possível. Fatores como cultura, idioma, economia, dependendo da situação, podem limitar a troca de informações, mas ao vencer essas barreras, certamente os resultados serão imensamente positivos.
Por isso é necessário que possamos permitir a nós mesmos nos aventurar ao novo, ao desconhecido. Muitas surpresas maravilhosas teremos. Estou tendo as minhas.
Encerro por aqui, mas saliento que haverão muitas outras discussões sobre o profissional da informação na fronteira, principalmente o ano que vem. Aguardem...
A quem viveu ou vive essa experiência, fique à vontade para comentar.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009
PROLER 2009
Acontecerá nos dias 21, 22 e 23 de Outubro o 10º Encontro do PROLER, na cidade de Campo Grande, MS. Evento tradicional nas várias regiões do país, Mato Grosso do Sul não poderia ficar de fora. O PROLER no Estado vem a cada ano contribuindo para a educação continuada dos diversos profissionais, promovendo também a interação entre eles.
Sempre com dinamismo, todo ano busca inovar, seja nas palestras e oficinas, seja nas atividades culturais, e até mesmo facilitando o acesso ao local do evento.
Faça já sua inscrição. Para saber mais sobre o evento, clique aqui para ver o folder de divulgação.
sábado, 10 de outubro de 2009
Novo recurso de comunicação: O Bibliotecário on line
Quando resolvi criar este blog, a intenção principal era (e continua sendo) interagir com os profissionais da informação, meus pares, e também com pessoas interessadas em discutir os mais variados vieses que envolvem a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.
A cada dia, buscar recursos que empregam mais dinamismo ao processo de compartilhamento de informação e à comunicação passou a ser uma missão para mim. Com tantos recursos, a incompatibilidade se tornou empecilho e fonte de análise, pois nem todas as ferramentas interagem em um nível uniforme e global.
Diante do exposto, começa a fazer parte deste espaço um novo recurso de comunicação, que aderi após conhecê-lo por meio da postagem de Moreno Barros no blog “Bibliotecários sem fronteiras”. O recurso se chama “Bibliotecário on line”.
Para interagir, basta digitar sua mensagem no campo ao lado, no recurso “Bibliotecário on line” e apertar a tecla Enter. Não há necessidade de fazer cadastro nem login. É o genuíno livre acesso.
A única recomendação para que o aplicativo funcione é ter instalado o plugin do “Flash player”, que provavelmente já está instalado na maioria dos computadores. Caso não esteja, clique aqui e instale agora.
Fique à vontade para escrever críticas, sugestões, tirar dúvidas, solicitar informação etc. O que eu puder contribuir, certamente o farei, com a vantagem da comunicação instantânea e sem problemas de compatibilidade. Caso queira receber informações como notícias por e-mail e serviço de alerta, utilize este recurso, enviando seu endereço eletrônico e seu nome para que eu adicione à minha lista de contatos.
O novo recurso ainda está em fase de teste, e por isso peço a colaboração de vocês no sentido de utilizar a ferramenta e ver suas possibilidades.
Qualquer dúvida sobre a utilização do sistema deixe comentários que respondo.
Bem vindos à nova fase da comunicação deste espaço. Vamos teclar.
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A cada dia, buscar recursos que empregam mais dinamismo ao processo de compartilhamento de informação e à comunicação passou a ser uma missão para mim. Com tantos recursos, a incompatibilidade se tornou empecilho e fonte de análise, pois nem todas as ferramentas interagem em um nível uniforme e global.
Diante do exposto, começa a fazer parte deste espaço um novo recurso de comunicação, que aderi após conhecê-lo por meio da postagem de Moreno Barros no blog “Bibliotecários sem fronteiras”. O recurso se chama “Bibliotecário on line”.
Para interagir, basta digitar sua mensagem no campo ao lado, no recurso “Bibliotecário on line” e apertar a tecla Enter. Não há necessidade de fazer cadastro nem login. É o genuíno livre acesso.
A única recomendação para que o aplicativo funcione é ter instalado o plugin do “Flash player”, que provavelmente já está instalado na maioria dos computadores. Caso não esteja, clique aqui e instale agora.
Fique à vontade para escrever críticas, sugestões, tirar dúvidas, solicitar informação etc. O que eu puder contribuir, certamente o farei, com a vantagem da comunicação instantânea e sem problemas de compatibilidade. Caso queira receber informações como notícias por e-mail e serviço de alerta, utilize este recurso, enviando seu endereço eletrônico e seu nome para que eu adicione à minha lista de contatos.
O novo recurso ainda está em fase de teste, e por isso peço a colaboração de vocês no sentido de utilizar a ferramenta e ver suas possibilidades.
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