quarta-feira, 7 de abril de 2010

Encontro Regional do Livro e Leitura de Mato Grosso do Sul

A cidade de Bonito sediará o Encontro Regional do Livro e Leitura de Mato Grosso do Sul, que integra o programa “O Livro e a Leitura nos Estados e Municípios”, lançado pelos Ministérios da Educação e da Cultura, pelo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), e pelo Instituto Pró-Livro, para fomentar a criação dos Planos Estaduais e Municipais do Livro e Leitura.

O evento acontecerá no Centro de Convenções de Bonito, local onde foi realizado o XXIII CBBD no ano passado (2009). A programação começa a partir de hoje (7), e continua nos dias 8 e 9.
No dia 7, às 19 horas,será a abertura do evento com a presença do governador André Puccinelli, do presidente da Editora Abril, Roberto Civita, e do presidente da Abril Educação, Mauro Calliari.

O encontro prossegue nos dias 8 e 9, com palestras, fórum e oficinas de trabalho para dirigentes municipais; gestores de bibliotecas e técnicos das secretarias de Educação e Cultura e diretores e coordenadores das escolas públicas estaduais de Mato Grosso do Sul.

No dia 8 haverá duas palestras: "O papel das escolas e dos gestores de educação e cultura nas políticas públicas do livro e leitura", proferida por Galeno Amorim, consultor da Abril Educação, e "A leitura no coração da escola", apresentada por Marisa Lajolo, curadora das atividades de livro e leitura.

Assim como Bonito, mais três cidades brasileiras com apelo turístico realizarão encontros regionais este ano – Florianópolis (SC), Búzios (RJ) e Tiradentes (MG) – e uma delas deverá ser escolhida para sediar esse futuro evento permanente de abrangência nacional.

Para mais informações sobre o evento em Bonito, clique aqui.

Fonte: MS em Letras

quarta-feira, 31 de março de 2010

Considerações para o dia do Bibliotecário

Antes de iniciar minha postagem, quero agradecer aos amigos pela lembrança e votos de felicidades em virtude de meu 22º aniversário (11/03), expressados pessoalmente, por ligações, mensagens de celular, e-mails e recados no orkut. Obrigado, mesmo!!! Vocês são muito especiais para mim!! Por diferença de um dia não nasci no dia do Bibliotecário, profissão que me alegra e motiva. Também peço desculpas pela ausência nas últimas semanas em virtude das mudanças no campo profissional e pessoal.

Dia 12, o tão comemorado dia em que bibliotecários congregam e comemoram a data reservada ao profissional da informação. Muitos eventos, cursos, homenagens e tudo o que a criatividade possa permitir para esta data. O dia também é momento de reflexão. Reflexão sobre nossas práticas durante o ano que passou, sobre as contribuições ou omissões que tivemos para área e para a sociedade, para o nosso público ou mesmo entre os colegas.

Um ano se passou do evento em comemoração ao Dia do Bibliotecário na Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul, fruto do esforço de colegas que se mobilizaram para trazer autoridades ligadas à área e a classe política, visando elevar a participação e reconhecimento da área, bem como a valorização do profissional e das bibliotecas do Estado.

Lembro-me que a quantidade de bibliotecários que participaram da audiência pública não representava nem a metade do total de profissionais existentes no Estado, ou mesmo, na cidade de Campo Grande, fato observado pelo proponente do evento.
Também recordo da pauta de discussão que resultou em uma carta de intenções conhecida pelos participantes, com objetivos e metas a serem alcançadas durante o(s) ano(s), a partir da data de 12 de março de 2009.

Voltando ao momento de reflexão, vejamos se conseguimos alcançar tais objetivos e metas, se contribuímos para que elas fossem alcançadas.

Acesse a carta de intenções, clique aqui.

Este ano foi organizado novo evento, e de acordo com fontes próximas, a quantidade foi reduzida. É lamentável, sobretudo quando depende-se de disposição política e esta ao ver que os próprios profissionais não estão apoiando a causa podem desanimar em contribuir.

Sei que para alguns é complicado, principalmente quando se trata de bibliotecários que estão fora da capital. O que não podemos, para nosso próprio bem, é deixar que a rotina, o desânimo e o comodismo nos impeça de elevar a nossa profissão.

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domingo, 14 de março de 2010

Do privado ao público: sentimentos e contradições

Por algumas semanas estive ausente em decorrência de mudanças no estudo e trabalho. O mês de fevereiro nunca foi tão extenso para mim, parecendo que nunca terminaria. Mas passou, com a benção de Deus.

No entanto, esta mudança foi útil para que eu pudesse sentir e perceber as nuanças e contradições no ambiente público e privado, especificamente quando se fala em Instituições de Ensino Superior (IES), nova realidade para mim.

Iniciei neste mês de março o mestrado na UFMS, com aulas semanais, e o stricto sensu começa a se desvelar e a exigir minha imersão na pesquisa desde o primeiro encontro, sem contar que exigiu desde o anteprojeto, por ocasião da seleção.

Ainda que em graus distintos, a graduação e o mestrado revelam outras contradições se relacionadas à IES privada e pública. No meu caso, me graduei em IES particular, com contexto e realidade diferente da IES pública, sobretudo se levado em consideração a característica de universidade. O incentivo à pesquisa, à escrita e à publicação existiam, não por uma cultura ou política da instituição, mas pela insistência e motivação dos professores, atrelada à característica do curso de Biblioteconomia no Estado.

Graças ao pensamento inovador dos professores, também imersos em programas stricto sensu na ocasião em que me graduava, minha turma foi motivada a buscar algo além da simples prática. Foi motivada a adentrar à teoria, rompendo à superficialidade que ainda impera na graduação – e até mesmo na pós-graduação lato sensu.
Seria mentiroso se eu dissesse que saí pesquisador da graduação, mas digo que saí disposto a ser. Saí disposto a continuar estudando, entendendo o que é pesquisa e me inquietando com minha área. Por isso fiz a seleção do mestrado, embora não seja em Ciência da Informação, mas cujo objeto me permite inseri-la no debate e desenvolvê-la em ambiente multidisciplinar. Hoje vejo um novo horizonte ao ser aluno em um programa de pós-graduação stricto sensu, embora a universidade pública possa assustar a quem saiu de uma IES particular.

Também estou em fase de transição nas práticas profissionais e sinto a contradição entre o privado e o público já no começo. Em fase de adaptação, vejo com bons olhos a biblioteca universitária, mas com ressalvas sobre a estrutura burocrática da instituição pública.

Espero que não tenha muita lentidão ou, pelo menos, que seja mínima. Acostumado ao dinamismo da IES particular em que atuava até então, o conflito pode aparecer ao ver, por exemplo, que o processo de aquisição de material bibliográfico demora. Antes, não demorava um mês todo o processo, da escolha, proposta, cotação, compra, processamento técnico e acesso ao usuário. Espero que não seja tão diferente e que eu logre êxito.

Vocês podem perceber que o tempo é de mudança, duas grandes mudanças de uma só vez. Confio que será proveitoso e válido tudo o que está acontecendo, para que daqui a um tempo este Bibliotecário que hoje vos relata as contradições percebidas e sentimentos confusos possa crescer por completo.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Fiscalização dos concursos na área de Biblioteconomia: boa ideia


Em uma das listas que participo recebi uma mensagem que achei interessante e quero compartilhar.

O CRB-10 entrou em contato para que os bibliotecários informem sobre os concursos da área realizados no Rio Grande do Sul a partir de 2006 e que não tenham nomeado todas as vagas previstas no edital, bem como os concursos que ofereciam vagas de "cadastro reserva", mas que não chamaram ao menos um profissional.

Achei importante e válida tal atitude de fiscalização. Ocorrem muitos concursos, e sim, tem vagas para Bibliotecário. Alguns são bem divulgados, outros nem tanto, e acabam caindo no esquecimento.

Bom seria que essa ideia fosse compartilhada e executada por todos os CRBs. Uma verdadeira “marcha” da fiscalização bibliotecária, e o peso seria maior também.
Claro, é fundamental a participação dos profissionais, grandes interessados, para a divulgação das informações.
Fica a dica!!

Só um adendo: o CRB-10 pede que, ao enviar a informação, coloque o órgão para onde destina-se a vaga e o edital em anexo.
O e-mail do CRB-10 é: crb10@terra.com.br

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sábado, 13 de fevereiro de 2010

I EBUCO: Encontro de Bibliotecas Universitárias do Centro-Oeste


Acontecerá dos 21 a 23 de abril de 2010, na cidade de Goiânia, o I Encontro de Bibliotecas Universitárias do Centro-Oeste, realizado pelo Sistema de Bibliotecas (Sibi) da Universidade Federal de Goiás (UFG).
A proposta do tema da 1ª edição do Encontro de Bibliotecas Universitárias do Centro-Oeste Brasileiro (Ebuco) é trabalhar os aspectos da Diversidades, integração e perspectivas.

Abaixo, algumas informações sobre o evento.

*Objetivos
- Refletir sobre o contexto das bibliotecas universitárias do Centro-Oeste Brasileiro, tendo em vista a integração, diversidade e as perspectivas para o trabalho de socialização do conhecimento no ambiente acadêmico;
- Congregar bibliotecários que trabalhem em Bibliotecas Universitárias do Centro Oeste Brasileiro;
- Fortalecer o trabalho das bibliotecas universitárias;
- Facilitar a socialização do conhecimento, práticas e novidades;
- Promover a discussão de temas atuais pertinentes à área;
- Promover propostas que possibilitem a integração das bibliotecas universitárias do Centro-Oeste Brasileiro.

*Prazo para Inscrições:
Até 21/04/2010

*Envio de trabalhos:
Até 28/02/2010

*Eixos temáticos
1) A biblioteca universitária na ótica da reestruturação do ensino superior e tecnológico no Brasil: políticas governamentais de reestruturação do ensino superior e tecnológico no Brasil.

2) Estabelecimento de normas e padrões para bibliotecas universitárias objetivando a integração: discussões sobre o estado-da-arte em normas e padrões para bibliotecas universitárias no Brasil.

3) O repensar das práticas da biblioteca universitária diante dos desafios do ensino à distância (EAD) e o ensino presencial: análise das práticas da biblioteca universitária para o EAD.

4) O bibliotecário e a universidade: reflexões sobre a produção, organização e disseminação do conhecimento científico: a preservação do conhecimento e os arquivos digitais.


Para maiores informações, clique aqui.

Fonte: Biblioteca Central. Universidade Federal de Góiás.


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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Biblioteconomia: vestibular agendado



Observei um ótimo retorno na divulgação que fiz utilizando o "Promova" do Orkut.
Agora, compartilho com vocês e espero que divulguem em suas redes de contato a oportunidade derradeira de se aventurar com as facetas da informação.

Falem a seus amigos, colegas, conhecidos!!

O único curso de Biblioteconomia de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, sendo um pilar para o reconhecimento e valorização do profissional Bibliotecário!!

sábado, 30 de janeiro de 2010

A redundância da informação na web: parte 1: cadê os produtores?

Já faz algum tempo que percebo que as fontes de informação disponíveis pela web na área de Biblioteconomia e Ciência da Informação (não somente) estão cada vez mais disseminando os mesmos conteúdos veiculados em outras páginas, como um “copie e cole” desenfreado. Com essa “talvez” constatação começo minha exposição.

Eu, uma potencial vítima da overdose de informação, procuro constantemente zapear na web em busca de novidades, de fatos, de conhecimentos que agreguem algo à minha formação profissional e pessoal, mas cada vez mais me deparo com uma repetição de conteúdo.

Hoje minhas fontes de informação para a vida profissional estão concentradas principalmente nos sites de Instituições de Ensino Superior que possuem o curso de Biblioteconomia e Ciência da Informação, órgãos de classe, lista de discussão, páginas específicas de bibliotecas, páginas relacionadas à área, e blogs. Por falar em blogs, o que seria da web sem eles? Pelo que venho observando, seria mais estática e restrita do que é.

Até certo ponto é compreensível a demora ou mesmo superficialidade na disseminação da informação pelas páginas institucionais, afinal, o trabalho no mundo real é dispendioso e menos dinâmico, além de concentrado em suas atividades específicas. Entretanto, as listas de discussão que me desculpem, mas, pelo menos as que eu participo, perderam o foco do que discutir e divulgar.

Confesso que desanimei. Ainda estou cadastrado em algumas listas, pois o clichê “a esperança é última que morre” me anima, além do que raras vezes e filtrando muito, consigo tirar proveito dos conteúdos divulgados ou abordados. Em uma das listas lembro que certa vez só teve participação efetiva quando ninguém estava mais recebendo as mensagens. Aí meu correio eletrônico “bombou” de mensagens com os dizeres “não estou recebendo as mensagens”. O fato desentocou muita gente que eu nunca tinha visto postar nada. E esse é um dos motivos da redundância da informação: poucos produtores, muitos consumidores.

Volto a frisar: Todos querem saber, mas poucos criam, inovam, e divulgam. Nem ao menos provocam, expressam, nem dizem a que vieram, não pensam sobre algo... Sei lá!! Só querem absorver e não se propõe a contribuir.
Por tal fato, as poucas novidades que surgem logo são divulgadas, divulgadas novamente, divulgadas novamente, divulgadas novamente...

Para não ser injusto, destaco: Quem dissemina está corretíssimo!!! Mesmo sendo redundante, está exercendo seu papel de agente de informação e contribuindo para a classe e para a sociedade!! Disseminar a informação, sempre!!

Mas para divulgar conteúdos novos, primeiramente eles precisam existir. Está difícil achar informações (que ironia)!! Os disseminadores, para achar algo interessante e, até certo ponto, inédito, estão em uma verdadeira “caçada” em mata densa. Ou seria deserto?

Espero, de verdade, que minhas constatações estejam equivocadas. Torço para que eu esteja navegando em páginas erradas. Espero que eu não esteja sabendo procurar corretamente. Pois se for o oposto, acho melhor nós ampliarmos logo nosso fazer, de disseminadores de informação para, também, produtores da mesma.

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